24 de novembro de 2011

O meu bichinho de conta

O meu bicho de conta cresce de dia para dia. Está cada vez mais desperto e atento a tudo o que o rodeia... também começa a adquirir bons hábitos, como chorar na caminha e calar-se quando alguém lhe pega ao colo, ou começar a chorar quando percebe que não está ninguém ao pé dele no quarto. Mas, tirando aquelas horas mais complicadas do final do dia, em que algo parece estar mal mas ninguém percebe bem o que é (nem ele sabe), e de repente tudo fica bem e ele adormece para umas horinhas de sono feliz e tranquilo, é um bebé calmo, feliz. Com tudo o que precisa: amor, alimento, cuidados... 





11 de novembro de 2011

Chegou!

Fez ontem uma semana que chegou o Miguel. Com 38 semanas e 1 dia de gestação, este matulão resolveu ceder à primeira tentativa da obstetra para o fazer nascer. Em poucas horas deu o ar da sua graça, num parto relâmpago e facílimo em que ele fez o trabalho todo, com uma pequena ajuda da equipe médica (basicamente, tiveram de o apanhar!). Eu limitei-me a assistir ao parto...

Os dados estatísticos: 3.590 gr, 52 cm, um rapagão cheio de força e vitalidade que esteve a chorar durante uma meia hora desde que nasceu e depois calou-se para protagonizar um início de vida calmo, silencioso e com muitas horas de sono. De resto, mama muito bem, parece estar a crescer como deve ser e já aprendeu que nas poucas vezes em que chora aparece um dos irmãos ou um dos pais para o mimar.

A propósito de irmãos, estão os dois felicíssimos... o mais velho assumiu totalmente o seu papel de mais responsável e conhecedor, embora (graças a Deus) mantenha todas as outras características de uma criança de 6 anos: "Ok, eu espero que tu acabes de dar de mamar mas vê lá se te despachas que eu quero uma bolacha já!" - ou seja, não espero nada... - O mais novo (agora do meio) então, anda apaixonado. Só diz: "Ó mãe, ele é tão fofinho, não é?", "Ó mãe, ele é tão quido...", "Ele é tão bom..." E quer dar beijinhos e colo e festinhas e pôr a chucha e pôr musica, etc, etc...


Aqui está ele na sua estreia num sling Maria Café... estava a precisar de colinho e eu tinha coisas para fazer. Vai daí meti-o no sling e ele acalmou, enroscou-se e adormeceu. Isso enquanto eu ia, com calma, fazendo o que tinha a fazer. Já não me lembrava da sensação de ter um recém nascido no sling, é delicioso... os barulhinhos que fazem, a cara refastelada de quem tem o que precisa, a sensação de peso leve que não cansa as costas nem os braços... maravilhoso!
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