30 de abril de 2012

A Baby C no seu Maria Café

Apesar da chuva do fim de semana, parece que houve quem tenha conseguido passear um bocadinho na Feira do Livro de Lisboa, a bordo de um sling Maria Café. A Carlota, do Blog da Carlota, andou toda contente pela feira, no "colo mãos-livres" da mãe. E o passeio até ficou registado no blog, aqui.




O Blog da Carlota tem vindo a partilhar com a comunidade de mães online dicas de estilo, decoração e shopping para bebés e crianças e já é uma referência. Já tem página no Facebook e tudo, por isso se quiserem receber as actualizações façam like.

Para além do post da Feira do Livro, adoro as sugestões para o look "Anita". Mas vejam com os vossos olhos, passeiem-se pelos posts da Fernanda e percam-se nas belas ideias que ela partilha connosco. Cuidado... pode tornar-se viciante!


28 de abril de 2012

Truques para disfarçar as gordurinhas: Teaser


Quase todas as recordações que temos da gravidez e maternidade são maravilhosas... por isso fazemos diários da gravidez, sessões fotográficas para acompanhar o crescimento da barriga, álbuns do bebé onde registamos cada momento da geração, nascimento e crescimento deste ser que apareceu nas nossas vidas por milagre. Mas há algumas recordações que não fazem falta a ninguém: o pneu à volta do abdómen, a celulite no rabo, pernas e braços, a flacidez, as estrias, o peito descaído, etc... dispensávamos essas coisas, certo? Se algumas podem ser reduzidas - o pneu, a celulite e a flacidez - há outras que vieram para ficar - as estrias e o peito descaído. Não me parece que haja solução - excepto talvez cirurgia ou um milagre - por isso há que rezar ou levantar a cabeça e exibi-las com orgulho: afinal, são um troféu daquilo por que passámos! Fazendo bem as contas, compensa!




Quanto ao pneu, celulite e flacidez, ou fomos abençoadas pela genética (not me!) ou podemos reduzi-los. Infelizmente é difícil apagá-los... principalmente quando já vamos em 3 filhos! A não ser, claro, com recurso a cirurgia... mas valerá a pena o esforço (monetário, psicológico e físico) de uma cirurgia? Porque não disfarçar o disfarçável e assumir o resto?

Na linha do post que escrevi há uns dias sobre a dieta que estou a fazer, vou começar a partilhar convosco algumas dicas úteis para disfarçar isso que teimosamente não nos larga. Há roupas que podem ajudar muito a esconder o pneu ou a favorecer a nova forma do nosso corpo, pelo menos enquanto não chegamos "lá". Estejam atentas!

27 de abril de 2012

Socorro! Sou mãe...

Quantas de nós, mães, não demos já por nós com vontade de dar um grito de SOCORRO! perante algumas situações que este nosso estatuto (de mãe) nos coloca? Não me interpretem mal, ser mãe é maravilhoso. Sou-o vezes três e amo cada um dos meus filhos de uma forma tão intensa que às vezes parece que me vai saltar o coração de dentro do peito.

Todo o processo pelo qual uma mulher passa até se tornar Mãe - desde o sonho de menina até ao momento do parto, passando pelos planos (ou não...) do casal, pelo teste positivo, os enjôos, as ecografias e os primeiros pontapés durante a gravidez - está envolto numa bruma de mistério, magia e beleza edílica. Desde pequeninas sonhamos com o dia em que vamos pegar no nosso bebé pela primeira vez, e vamos treinando com as bonecas esse momento e os momentos seguintes da maternidade, imaginando-os mágicos, maravilhosos. E são-no, de facto! O segundo em que o bebé sai de dentro de nós, a primeira vez que os nossos olhos se cruzam com os dele, são de facto momentos únicos (com alguma dôr, por vezes) que nos ficam na memória para sempre. A partir desse momento deixámos de ser a Inês, a Maria, a Francisca, etc, e passámos a ser a Mãe de alguém. E durante dois dias estamos ali, na maternidade, totalmente concentradas neste nosso novo estatuto e neste pequeno ser, a conhecer cada pormenor do seu rosto e do seu corpo, a satisfazer cada uma das suas necessidades como só nós podemos fazer.



Depois chegamos a casa. Pela primeira vez entramos no nosso lar como mãe orgulhosa de um bebé que é tudo para nós. E, de repente, estamos sozinhas, sem médicos e enfermeiras à distância de uma campainha para nos explicarem porque é que o bebé chora, para nos ajudarem com as dúvidas que nos surgem a cada momento, com a subida de leite, para nos dizerem o que é e o que não é normal. Sozinhas com um bebé totalmente indefeso e que precisa de nós para tudo: para se alimentar, para se confortar, para se manter limpo... para se manter vivo! E isso é ASSUSTADOR! Tão assustador que me lembro, nos primeiros meses do meu filho mais velho, de chorar simplesmente porque tinha medo que lhe acontecesse alguma coisa de mal. E é nessa altura que nos dá vontade de gritar: "Socorro! Sou mãe...!"

As primeiras semanas de vida do bebé são um misto de alegria e preocupação, de esperança e desalento, de certezas e incertezas e de sentimentos completamente contraditórios que nos deixam literalmente de rastos. Nunca estamos verdadeiramente preparadas para o primeiro mês do nosso bebé... nem mesmo na terceira viagem (falo por mim)! Parece que o mundo nos vai cair em cima, que nunca mais vamos conseguir tomar banho ou dormir mais de 2 hora seguidas ou ter vida social...

No seu livro "Socorro! Sou mãe..." a Rita Ferro Alvim desmistifica esse primeiro mês, explica que os sentimentos contraditórios são normais, que tudo isso passa ao fim de algum tempo e dá dicas preciosas para a nossa sobrevivência como mães recentes. Temas como a amamentação, as cólicas, as rotinas do bebé, etc, são abordados de uma forma clara, com uma leveza e humor que nos dão a autoconfiança essencial para tomar as decisões certas. Uma das coisas que retive da leitura deste livro (no primeiro mês do meu terceiro filho) foi que devemos confiar no nosso instinto. Porque vamos ouvir opiniões, conselhos e remédios milagrosos vindos de todo o lado. Frequentemente contraditórios, às vezes disparatados. Muitas vezes baseados em sabedoria popular, nas coisas que as nossas avós faziam e que se calhar até resultavam, como usar um pézinho de salsa com azeite quente para estimular o bebé a soltar gazes, para resolver o problema das cólicas (obrigada, Avó São!). Que jeito me teria dado ter lido este livro há 7 anos atrás, quando cheguei a casa com o primeiro...



Como gosto de partilhar aquilo que me ajudou com as outras mães que por aí andam, a Maria Café está a oferecer um exemplar do Socorro! Sou mãe... veja aqui como participar, faça "like" aqui e participe aqui. É até dia 6, o nosso grande Dia!



E depois da gravidez: voltar ao peso normal!


Tive o meu terceiro filho há 6 meses. Durante a gravidez engordei mais ou menos o mesmo que dos outros (uns 15 kgs), mas parti de um peso muito bom, estava magríssima: 55 kgs. Agora estou quase com o peso que tinha antes, faltam 2,5 a 3 kgs. Irrita-me que um dia subo para a balança e dá-me 57,5 kgs, no dia a seguir dá 57kgs, e na volta no dia seguinte dá 58 kgs. "Eles" bem dizem para não nos pesarmos todos os dias, mas a tentação é grande...

Enfim, como sei que todas nós andamos atrás do nosso peso normal, de preferência antes de termos de nos enfiar dentro do fato de banho/biquini, vou partilhar convosco o que estou a fazer e que está a resultar - há dois meses pesava mais 5 kgs e havia um excesso de Inês à volta do abdomen que hoje não é tão evidente.

Em primeiro lugar: exercício = zero! Devia fazer, eu sei... tenho uma máquina optima para fazer exercício, uma bicicleta elíptica. Mas nem é não ter tempo, é não ter vagar. Quando tenho tempo arranjo sempre algo mais agradável para fazer, algo que não inclua ficar sem fôlego e sem sensibilidade nas pernas. E não estou a falar de sacanagem, que, by the way, também gasta calorias...


O que me mexo durante o dia inclui e não se limita a: levantamento de pesos - neste momento, aos 6 meses, vai prái nos 9  kgs, não é mau -, caminhadas - normalmente a empurrar o carrinho de compras e com os 9 kgs no sling, que também ajuda -, step - trabalho no andar de cima da casa, por isso ando sempre escada-acima escada-abaixo -, ginástica localizada - estender roupa, cozinhar - e aeróbica - aspirar a casa. E faço disto (não todas as modalidades), em média, 7 vezes por semana :-). Mas tenciono começar a fazer algo mais a sério, embora não mais do que dar mais uso à elíptica e fazer umas caminhadas como deve ser com o bebé no sling. Tenciono, não prometo!

De resto, a dieta... a dieta que faço é muito simples e custa ao início mas depois o organismo habitua-se. Foi aconselhada por um nutricionista, por isso não estou a fazer nenhum disparate.

Vejamos:


Pequeno almoço normal - pão com manteiga - magra... not! - e leite com café - vá lá, substituí o açúcar por adoçante, mas agora diz que o aspartame faz mal. Comprei um frasco de Canderel Green, que não tem aspartame mas por outro lado deixa tudo intragável. Não sei o que fazer, se alguém tiver sugestões agradeço;

Almoço - carne (de preferência branca) ou peixe cozinhado de qualquer maneira mas sem gorduras ou molhos adicionados e com salada ou vegetais cozinhados. Opto muitas vezes por uma salada com queijo fresco, tomate e presunto sem gordura, temperada apenas com azeite. ADORO! Ou então faço uma omelete de qualquer coisa e como com vegetais ou salada. Há que ter imaginação, como estou em casa tenho alguma liberdade.

Jantar - Sopa! Só sopa!... Desde 27 de Fevereiro que, salvo raras excepções, só como sopa ao jantar. Sem batata. É courgete, abóbora, cenoura (ups, diz que engorda mas não quero saber), cebola e um vegetal tipo agrião, alho francês, feijão verde, alface, etc. Tb ponho couve flor ou bróculos na base às vezes. Sim, tou farta de sopa, fico verde só de olhar para ela e salivo quando vejo o jantar (douradinhos e outras iguarias que nunca apreciei) dos meus filhos.


Regra principal: nunca estar mais de 2 horas sem comer. Por isso, nos intervalos vou fazendo lanches compostos por: croissants, palmiers, chocolates... népia! Tou a brincar! Os lanches são compostos por um ioguerte magro ou uma fruta com uma bolacha maria ou um queijo fresco, and so on. Mesmo que não tenha fome, como! A ideia é antecipar a fome para não fazer asneira. Na realidade cheguei a um ponto em que se comer de 2 em 2 horas fico literalmente embuchada, por isso alarguei um bocadinho o intervalo. Mas ao princípio cumpria rigorosamente as 2 horas. Pus um alarme no telemóvel e tudo. Pi-pi-pi: toca a comer!


Regra principal nº 2: Água! Quando tenho sede bebo água. Quando não tenho sede bebo água. Mais uma vez, alarme no telemóvel! Beber no mínimo 2 litros de água por dia Ao princípio não tinha sede, agora é tipo vício, tenho sempre sede. Ah, e não beber água durante a refeição nem na meia hora seguinte. Imediatamente antes pode ser. Não sei porquê... mas também nunca fui de beber água às refeições por isso não me custa.

Regra principal nº3: Fazer asneira um dia por semana. Confesso que ao início a coisa era tão séria para mim que nem uma vez por semana fazia asneira. Agora vou fazendo, até demais. Mas a vida social não tem ajudado... Páscoa, aniversários, etc. Por isso é que o peso estagnou, preciso de um novo impulso - as caminhadas, quando fizer sol? Mas um outro médico uma vez disse-me: mais vale uma asneira grande por semana do que várias asneiras pequenas todos os dias. Tem lógica!



Portanto, do cardápio diário há que retirar tudo o que é doces, fritos, comidas gordurosas e hipercalóricas que sabem tão bem mas que fazem tão mal. Estão a ver as fotos aqui em cima? Como diz o meu cunhado: "Dois segundos na boca, uma eternidade nas coxas." E na barriga, nos braços, etc... Deixar esses items para o dia da asneira e aproveitá-lo bem!

E nada de loucuras, nada de esperar perder 3 kgs por semana e baixar o número de calças logo ao fim de 4 dias. Essas expectativas só levam a desistências prematuras. Os resultados que se conseguem devagar são os que permanecem por mais tempo. Um kg por semana já é um objectivo muito ambicioso, o normal será 2 kgs por mês. Se numa semana não perdermos peso e até aumentarmos, é levantar a cabeça e continuar! Aos poucos chegaremos lá! Se pudermos juntar o tão custoso exercício à dieta, tanto melhor! Até porque (dizem...) faz bem à alma também!

Há também tratamentos que podem dar uma ajudinha, alguns deles até prometem milagres, mas a verdade é que têm sempre de ser acompanhados com uma alimentação muito cuidada. E até podem parecer dar resultados iniciais promissores, mas a verdade é que a maioria serve mais para nos emagrecer a carteira do que o corpo. Não vão na cantiga do "perdeu 4 cms à volta do abdomen desde o início da sessão" que o mais provável é ser mentira:  primeiro, você não viu qual foi a medida exacta que tinha antes e que tem depois; segundo, mesmo que tenha visto, há sempre forma de pôr a fita mais solta antes do tratamento e mais apertada no fim, perdendo por milagre alguns cms. Dos poucos tratamentos que experimentei houve dois que realmente deram resultado comigo, mas tiveram de ser acompanhados por dieta e nunca deram resultado logo na primeira sessão: Endermologia LPG e Mesoterapia com agulhas, esta última feita numa clínica específica. Ajudaram principalmente a potenciar a perda de massa gorda localizada, porque por si só estes tratamentos não emagrecem ninguém. Se souberem de algum tratamento que resulte, por favor sugiram!

Por fim, dizer que este esquema deve ser encarado como uma mudança de hábitos e não uma dieta temporária. Senão o resultado é que quando voltarmos a comer como dantes, voltamos a engordar como dantes. Manter hábitos de vida saudáveis - na alimentação, no exercício físico - é essencial para manter um peso normal.

PS.: Eu sei que para muitas pode parecer ridículo e fútil eu estar a lutar contra 2 ou 3 kgs (eram mais kgs no início) e que infelizmente há muitas mulheres que lutam contra um peso extra na casa dos dois dígitos. Neste momento o peso que ainda quero perder tem mais a ver com uma questão estética e de saúde psicológica do que propriamente com a minha saúde física. Essa está optima e continuaria bem com o peso que tenho agora.

Mas para quem tem 15 ou 20 kgs (ou mais...) para perder já é uma questão séria e de saúde física, para além da depressão de se verem com tanto peso a mais. Para vocês o que digo é: é possível! Não viram a outra do Peso Certo que saiu nas revistas a dizer que perdeu mais de 100 kgs? Ela conseguiu, vocês também conseguem! Peçam ajuda profissional: há nutricionistas que vos podem orientar, dar algumas ajudas para controlar a fome e acelerar a perda de peso. Mas não tomem nada sem supervisão médica adequada. E dêem tempo ao tempo, querer perder tudo de uma vez é impossível e contra-producente.

Editado: Parece que afinal o meu peso não estagnou... esteve estagnado e eu estava com um mau pressentimento, por isso há uns dias que não subia para a balança. Afinal hoje enchi-me de coragem e lá fui. Resultado: foi ao ar mais um kg de Inês! E não faz falta nenhuma! 6 kgs em 2 meses... não é mau! Devagar se vai ao longe... Já ganhei alento para fazer mais uma panela de sopa!

26 de abril de 2012

16 de abril de 2012

PASSATEMPO: Socorro! O dia da Mãe está a chegar!!!!


Passatempo  Dia da Mãe
Maria Café – Socorro! Sou mãe.

Os slings Maria Café existem para facilitar a vida das mães recentes, desde os primeiros dias de vida dos bebés. O livro “Socorro! Sou mãe.” foi escrito pela Rita Ferro Alvim para nos ajudar a sobreviver com alegria ao primeiro mês de vida do bebé.



Para assinalar o dia da Mãe, a Maria Café vai oferecer um exemplar deste livro, que já vai na terceira edição e está desde Novembro ajudar as mães portuguesas a ultrapassar os pequenos grandes dramas do dia-a-dia do seu recém nascido. 

Se já é mãe, conte-nos como que é que o Sling Maria Café a ajudou ou está a ajudar nestes primeiros tempos. Se vai ser mãe, diga-nos como é que acha que o Sling Maria Café a vai ajudar. Diga-nos com uma frase, um poema, uma fotografia, um desenho, um vídeo, etc... seja criativa! Publique a sua participação no mural do FB da Maria Café e partilhe com os seus amigos. A Maria Café também vai partilhar  no mural as participações que forem sendo publicadas pelos seguidores, assim toda a gente vê! A participação que tiver mais Likes no final do passatempo será a vencedora do livro.

Já agora, veja o  blog, passe na página do livro Socorro! Sou mãe. e deixe o seu like para ir acompanhando todas as dicas, novidades, passatempos e aventuras da Rita!

Duração do passatempo: de 16 de Abril a 6 de Maio.

Nota: Só são contabilizados os likes colocados na primeira publicação no mural (publicada pelo participante) e os likes colocados nas partilhas no mural da Maria Café. Ao partilhar a vossa participação devem pedir aos vossos amigos para colocarem o like directamente na foto/frase/texto partilhada no mural da Maria Café e não no link da vossa partilha (caso contrário não dá para ver todos os likes).

13 de abril de 2012

Casa roubada, trancas à porta!

Quando se entra neste mundo da Internet, há certos conceitos que esperamos nunca ter de vir a aprofundar e determinados problemas que esperamos nunca ter de resolver. Desejamos que palavras como hacker, virus, trojan, malware nunca venham a fazer parte do vocabulário do nosso dia-a-dia. 

Como utilizadora de Macintosh, os vírus que o meu computador pode apanhar pela Internet não me preocupam... praticamente não existem! Não tenho antivirus nem firewall nem nenhuma dessas ferramentas que equipam obrigatoriamente os PCs. Por isso, quando uma utilizadora do site da Maria Café me disse que não conseguia fazer uma encomenda porque tinha apanhado vírus no site, fui totalmente apanhada de surpresa. Depois outra utilizadora também me deu conta do mesmo... e depois outra e depois no Facebook também começaram a aparecer alguns avisos. 

Sinceramente, nunca pensei muito bem no que faria quando isto acontecesse (porque pelos vistos é uma questão de tempo), e ainda por cima como não tenho antivirus não conseguia perceber o que é que estava a infectar o site. Mas fui aconselhada (e bem) por um técnico de informática a recorrer a uma empresa especializada na limpeza de sites. E pronto, menos de uma semana depois do primeiro aviso o site está limpo e, melhor ainda, protegido de futuros ataques: de 6 em 6 horas a SUCURI monitoriza o endereço para o caso de ter entrado algum hacker novamente. E estava bem contaminado.



Durante este processo, várias vezes me perguntei: mas esta gente não tem mais nada que fazer senão vir para aqui importunar uma mãe super atarefada e encher-lhe o estaminé de bicharada? É que eu tenho mais que fazer do que andar a limpar a porcaria que eles fazem... Eu sei que há muito mais por detrás desta coisa dos virus que aparecem e se propagam e desenvolvem à velocidade da luz. Mas pergunto-me: porquê eu? Porquê a Maria Café? Enfim... o que interessa é que está resolvido!

A quem acedeu ao site nos últimos tempos peço que actualizem o anti-virus e o corram no vosso computador porque provavelmente foram infectados. Se não têm anti-virus, há várias soluções gratuitas online como o Avast, o MSE ou o Spybot. E lamento desde já qualquer infecção que tenha vindo da Maria Café.

E mais uma vez agradeço a todas as minhas seguidoras que me enviaram avisos e a informação que conseguiram sobre o malware que apanharam. OBRIGADA!!!!!


12 de abril de 2012

Maria Café alive in Carnaxide

Dia 2 de Maio às 10h30: Workshop da Maria Café sobre babywearing e a utlização do sling. 
Venha tirar todas as dúvidas e conhecer melhor esta forma de transportar o seu bebé. Para bebés até aos 2/3 anos.






Onde? No Gymboree de Carnaxide, na Av. Edmundo Lima Basto, nº 4A, em Carnaxide. 
Inscreva-se por e-mail: workshops@mariacafe.pt
As inscrições são limitadas!

9 de abril de 2012

Para que não restem dúvidas...


Porque não consegue... não é por mais nada! Não é por embirrar, não é por achar que é uma estupidez, não é por considerar que algumas (a maior parte) das alterações não faz qualquer sentido. Quer dizer, é. É por isso. Se eu quisesse, eu conseguia! Mas não quero. Odeio o acordo. Recuso-me. Pronto. Tá dito!

PS. Diz que a partir de 1 de Janeiro de 2012 era obrigatório... espero que não me apareça aí a polícia do acordo para me prender. Se aparecer, espero que me deixem levar a máquina de costura, o computador e o telemóvel para a prisão. Nesse caso, eu dou notícias!

4 de abril de 2012

Eu sou do tempo...

Chegar aos quase 37 anos (!) e dizer isto pode parecer estranho, embora o meu "eu" de 6 ou 7 anos considerasse os adultos da minha idade uns autênticos velhos. Mas sim, eu ainda sou do tempo em que muitas coisas eram completamente diferentes... Não vou falar da crise (credo, que horror), não vou falar do clima do planeta, nem sequer dos desenhos animados e das brincadeiras que tínhamos "no meu tempo". Vou falar de alguns conceitos que evoluíram de forma drástica desde que eu tirei o curso, por exemplo.

Formei-me em Publicidade e Marketing na ESCS nos anos de 93/96... na altura o Marketing não era o que é hoje. Os conceitos básicos que aprendi se calhar ainda se aplicam - embora a teoria muitas vezes não passe disso, de teoria, e dificilmente se aplique à prática - mas a prática, a forma de fazer as coisas, essa, mudou radicalmente. Posto isto, eu ainda sou do tempo em que "www" era um erro de digitação para  a "WWF" do pandinha, "online" era uma tradução de "em linha" e usava-se apenas ao telefone ("estás em linha?") e "perfil" era quando uma pessoa virava a cara de lado para a fotografia - a propósito, nunca gostei muito do meu. As expressões "googla aí isto", "vê na wikipedia" ou "feed RSS" não existiam nem na nossa imaginação.

Na cadeira de informática no início da faculdade aprendi programas de folha de cálculo e base de dados que hoje em dia já não existem. Fiz trabalhos de grupo que imprimi com uma impressora de agulhas! E não foi assim há tanto tempo... Também é verdade que apanhei a informática numa era de mudança e no final do curso já trabalhávamos em ambiente windows, quando fiz o programa Erasmus por vezes comunicava com amigos e família por e-mail e fiz pesquisas online para a monografia de final de curso.

Lembro-me de assistir a uma conferência sobre Internet ainda durante a faculdade e de ter ficado embasbacada com o conceito... uma rede mundial? em que acedemos a conteúdos como se estivessem no nosso computador? e podemos fazer compras em lojas que estão na Internet? "Yeah, right! As if..." Pois...

Claro que desde que comecei a trabalhar sempre usei a Internet como ferramenta de trabalho, para pesquisas, comunicação, lazer, etc... mas nunca imaginei que chegasse a este ponto. Aquilo que hoje é o marketing não vive sem Internet. Se não estás online, não existes! E caminhamos para o "se não tens perfil/página no Facebook não existes". Quando preciso de um produto ou serviço, a primeira coisa que faço é procurar online. Se não tem perfil no Facebook ok, ainda não chegou lá. Se não tem site começo a ficar frustrada e vou às Páginas Amarelas da Internet procurar um número de telefone ou e-mail que possa usar. Se não está nas "PAI" ou noutro directório do género, então não existe mesmo!

Hoje em dia, com os smartphones e tablets estamos online 24 horas por dia. Com o Facebook podemos (ou às vezes não temos opção ou não sabemos como evitá-lo) partilhar cada passo que damos com centenas de "amigos" e pessoas que não conhecemos. Com todas as vantagens e ameaças que isso contém...

Eu sei que não estou a falar de novidade nenhuma, mas sou como uma mãe (passe a comparação porque sou mesmo uma mãe) que, ao 3º filho, em que nada deveria ser surpresa, fica entusiasmada quando ele sorri ou pega num brinquedo pela primeira vez intencionalmente, quando ele, ao fim de um mês de tentativas mais ou menos frustradas de lhe dar a sopa, finalmente abre a boca voluntariamente quando vê a colher e não cospe 90% do conteúdo sem engolir ou quando o ouve palrar consigo próprio durante horas, todo contente.

Fico igualmente entusiasmada e surpreendida quando coloco algo no Facebook da Maria Café e vejo a reacção das pessoas, os gostos, as partilhas, os comentários, as visitas ao site... e assustada! Se em menos de 20 anos isto (o marketing) evoluiu assim, o que será daqui a uma década? 5 anos...? 2 anos? Há 5 anos o Facebook em Portugal era uma coisa estranha de que alguns geeks falavam. Hoje até os meus pais têm Facebook!


Enfim, eu sou do tempo em que não havia telemóveis, Internet, televisão que grava, volta ao início do programa ou que dá para pôr em pausa para ir à casa de banho. Era feliz? Era! E hoje também sou, mas de uma forma tecnologicamente muito mais avançada!

3 de abril de 2012

5 meses... uma data especial!

Tenho 3 filhos lindos, 3 rapazes que me enchem o colo e o coração. O mais novo olhou para mim (e eu para ele) faz hoje 5 meses. Às 17h10 da tarde literalmente saltou cá para fora sem que eu tivesse de fazer nada para isso.


Pela primeira vez passei estes 5 meses sem fazer um countdown deprimente para o dia do regresso. Pela primeira vez, chego a este dia sabendo que amanhã, depois de amanhã e depois continuarei aqui, em casa com ele, nesta rotina de biberons, papinhas e sopinhas. Com ele e com a Maria Café, claro. Cada um crescendo ao seu ritmo, cada um ocupando o meu dia em proporções variáveis. Pela primeira vez sinto esta tranquilidade, este descanso de saber que não vou entregá-lo numa creche tão pequenino ou deixá-lo ao cuidado das avós (que, graças a Deus, têm mais que fazer).

Também pela primeira vez não tenho aquela segurança do final do mês, é um facto. E que falta faz essa segurança nos dias que correm... mas tenho confiança suficiente em mim para saber que vou continuar a fazer crescer este projecto que me realiza tanto, a nível profissional, pessoal e familiar.


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