31 de maio de 2013

Amanhã estamos aqui...

No Mercadinho dos Sonhos. No dia da Criança, todos os caminhos levam ao Lugar dos Sonhos, onde vão acontecer coisas de encantar! Marcas lindas (Maria Café incluída), workshops gratuitos, actividades para miúdos e graúdos, acções de solidariedade e muita animação!



A entrada é livre, por isso não percam esta oportunidade. Visitem-nos e conheçam este lugar encantador, cheio de recantos e de magia.


30 de maio de 2013

As coisas que me chamam...

Isto de me chamar Inês e a marca se chamar Maria Café tem muito que se lhe diga.

Como assino os e-mails para clientes como "Inês Duarte - Maria Café", há muita gente que responde dizendo "Olá Inês e Maria"... se dúvidas havia, está aqui a prova de que tenho dupla personalidade!
Depois, e esta é a mais frequente, há muitas clientes que quando me ligam ou enviam mensagens me tratam por Maria. "Olá Maria" é algo a que já me habituei a responder. Menos mal, pelo menos é nome de rapariga (afinal somos todas Marias), porque quando trabalhava fora chegaram a responder-me a um e-mail com um simpático "Caro Duarte".

Lindo é quando o tratamento especial vem da própria família. No outro dia o meu irmão, que tem uma filha chamada Inês e um tom muito próprio para chamar os filhos, chamava insistentemente nesse tom "Inês... Inês... Inês..." E eu, a um metro dele, ouvia-o mas nem ligava porque julgava que estava a chamar a minha sobrinha. Até que o oiço chamar "Ó Maria Café!" Oops... era para mim!




27 de maio de 2013

Um fim de semana em cheio

Depois de uma semana a meio gás, com o mais novo 3 dias em casa doente, o fim de semana teve animação para vários meses...

No sábado tive um almoço de família na casa que era dos meus avós maternos (e que foi dos meus bisavós...). Os meus pais viviam lá quando me tiveram, por isso foi praticamente a casa onde nasci. Em miúdos íamos várias vezes para Pé-de-Cão passar o Natal, a Páscoa, as férias de Verão, etc., e sempre adorámos aquela aldeia e as temporadas que lá passávamos. A casa ainda está na família, foi comprada por uma das irmãs da minha mãe que resolveu juntar alguns familiares do lado da minha avó. Fui só com os dois mais velhos, o pequenino ainda estava cheio de tosse e ficou em casa com o pai. E foi muito giro passear com eles no jardim enorme da casa, mostrar-lhes onde e como é que eu brincava no meio daquela vegetação toda, nas escadas de pedras, passeios nos socalcos, canaviais enormes, mesas e bancos de pedra feitos por algum antepassado e que figuravam na minha memória como muito maiores do que são na realidade.

 Esta é a escadaria central do jardim, é enorme e os degraus são pedras cravadas na terra. Dei muitos tombos nestas escadas!

O arbusto por cima deste banco era maior e mais denso, e aqui era a "casinha".

Onde eles estão sentados existia uma espécie de aquário, que a certa altura era a nossa "piscina". 
Ainda sabia de cor o verso dos azulejos.

As escadas de acesso ao jardim.

 Noutro jardim, mais pequeno. Temos uma fotografia comigo, os meus irmãos e a minha avó sentados nestas escadas, provavelmente tirada num dos verões em que lá ficámos.

No domingo foi a festa de anos do Zé e, por umas horas, o meu nome foi "Mãe do Zé". De repente, cerca de 20 miúdos da escola (aos quais se juntaram mais uns tantos filhos de amigos e primos) andaram a correr e a brincar de um lado para o outro e a chamar-me para pedir água, sumo, ice tea, pipocas, bolo, croquetes, batatas fritas, mais bolo, mais água, um balão, outro balão porque aquele rebentou... ainda bem que alugámos um espaço para a festa, porque cá em casa teria sido um desastre! Mas foi muito divertido, o Zé adorou, os miúdos também me pareceu que gostaram e mais uma vez se provou que as crianças não precisam de muito para se entreter: basta dar-lhes um bom espaço exterior, comida que eles gostem e liberdade. Não houve pinturas faciais, nem mágicos, nem insufláveis, foi mesmo só duas bolas de futebol, um disco voador e espaço, muito espaço!

O tema da festa eram as Tartarugas Ninja (é a febre do momento cá em casa), e o bolo ficou a cargo da Sara, do blog Amora e Framboesa. Ficou lindo, muito acima de qualquer expectativa! É mesmo uma artista! Vejam o pormenor da tampa prateada, toda desenhada, com parafusos... Ainda por cima, para além de giro, o bolo (de chocolate) estava delicioso!





Entretanto, também no Domingo a página de facebook da Maria Café passou os 30.000 likes. No meio da azáfama não consegui assinalar a ocasião como deve ser, mas tinha preparado uma t-shirt comemorativa que só hoje é que consegui fotografar:


No final de Julho do ano passado cheguei aos 10.000. Passados 10 meses o número de fãs triplicou, é impressionante... nunca pensei chegar a tanta gente, ter tantas pessoas a querer seguir os meus trabalhos e comprar as peças que eu faço. É fantástico, e cada dia que passa sinto-me mais feliz e sortuda por fazer o que gosto e ter quem goste do que faço!

Mais logo publico um passatempo para comemorar os 30k. Agora vou aos correios e iniciar o segundo turno do meu dia: buscar crianças!



20 de maio de 2013

5 aninhos de Zé e de Maria Café

Hoje sopram-se velinhas cá em casa... 


O Zé Maria faz hoje 5 anos. O Zé, o meu gordinho do meio, o meu sornas bem-disposto e malandro, com o seu cabelo espetado e olhos azuis enormes, cara redonda e um sinalzinho logo abaixo do nariz - que é motivo de muita brincadadeira porque lhe estamos sempre a dizer: "Ó Zé, estás sujo aqui..." e ele responde "É um sinal!!!!", sempre a rir! O Zé que adora bananas, "almongras" e "cócretes", que passou de pastelão a comer para o mais rápido da casa, que gosta do leite quentinho, mas não demais, que não gosta de Nutella (como!?) e quer sempre o seu pão de leite com fiambre e manteiga. O Zé que ainda corre à bebé, ainda tem rabo gordinho de bebé, ainda diz os "ss" à bebé, mas que já é um menino que para o ano vai para a pré-primária, que já conta até 20 ou 30 (salta sempre o dezassete), que adora brincar com o irmão mais velho e não tem grande paciência para o mais novo. 

O Zé que, ainda na barriga, me inspirou e me fez comprar uma máquina de costura e começar a fazer estas coisas de transportar bebés. Que na altura eram peças difíceis de encontrar e por isso resolvi fazer uma para mim, uma para uma amiga, outra para a cunhada... 

O nome Maria Café já existia na minha cabeça há muito tempo (como podem ler aqui), mas foi com o nascimento do Zé que começou a definir-se o que é hoje a Maria Café. Por isso a Maria Café também está de parabéns hoje... 5 anos de existência já é importante!

11 de maio de 2013

A Família

Há-as para todos os gostos: grandes, pequenas, tradicionais, modernas, unidas, nem tanto...
A minha é das grandes e, em parte por causa disso, temos poucas oportunidades de nos juntar todos. No Natal batemos recordes, é certo, mas há sempre festejos dispersos, netos que nesse ano estão com a família do cônjuge, etc, e acabamos por nos ficar por metade. É que os meus avós paternos tiveram 8 filhos, têm 28 netos e nasceu há uma semana o 50º bisneto. A juntar a esta gente toda, há os maridos e mulheres dos  filhos e netos, que têm a paciência de nos aturar e, a maior parte da vezes, não conseguem saber os nomes de todos os tios, quanto mais de todos os primos e filhos dos primos.

Considero que, apesar de haver primos que vejo muito poucas vezes (alguns nem sequer uma vez por ano), somos uma família unida. Com diferenças, com questões e discussões (ou não fôssemos uma família), mas muito amor e união. A verdade é que a  família não se escolhe, está no sangue. E esse laço só pode ser muito mais forte do que qualquer amizade, é impossível de quebrar!

E de vez em quando há uma mente brilhante que se lembra de reunir o pessoal e celebrar este bem enorme que é a Família. Houve uma reunião há mais de 10 anos, um mega pic-nic que punha a um canto qualquer evento social, tal era a multidão. Depois, uns anos mais tarde, quando o meu Avô fez 90 anos houve um grande jantar.

 Monteiro Fernandes em 2002 - já então éramos muitos

Os 90 anos do Avô António, em 2003

E este ano uma das netas mais novas teve a ideia e lançou o desafio de juntar o maior número possível de MF's, para festejar os 100 anos do nascimento do Avô António. No dia 1 de Maio aconteceu o evento, que juntou fisicamente 98 pessoas, entre a Avó Pi (com  98 anos), os 7 filhos e respectivos, e a maior parte dos 28 netos, respectivos e filhos. Há 4 netos (e famílias) a viver no estrangeiro, mas mesmo assim conseguimos falar por skype com 3 deles e até a minha avó se levantou para os saudar entusiasticamente.
Monteiro Fernandes em 2013 - vê-se bem como a família cresceu

A falar com um dos emigrantes, que transmitiu,
 para quem não sabia ainda, a chegada para Setembro de mais um bebé

Foi um dia fantástico, com muita comida, muita brincadeira, num local perfeito com campo de futebol, parque infantil, salão para o pic-nic e igreja, onde no final foi celebrada a missa, presidida por um dos netos, o Padre Bernardo. Julgo que durante todo o dia ouvi ao longe o Jazz que o meu Avô tanto gostava de ouvir e, em certas alturas, até o ouvi a tocar piano.

9 de maio de 2013

Mais um ano, menos um dente...


E eis que, no dia em que completo 38 primaveras me cai um dente. A continuar assim, não falta muito para me parecer com esta senhora:



Nota:
Não me caiu um dente, caiu-me um bocado de um dente. Culpa minha, que ele já andava a ameaçar há uns tempos. Não é da frente, é pré-molar, mas quando me rio vê-se. Ora eu sou pessoa que se ri com fartura e ainda bem. Hoje apetece-me rir e sorrir mais que o normal, daí que vá já de seguida ao dentista repor a normalidade do sorriso. 
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