A minha é das grandes e, em parte por causa disso, temos poucas oportunidades de nos juntar todos. No Natal batemos recordes, é certo, mas há sempre festejos dispersos, netos que nesse ano estão com a família do cônjuge, etc, e acabamos por nos ficar por metade. É que os meus avós paternos tiveram 8 filhos, têm 28 netos e nasceu há uma semana o 50º bisneto. A juntar a esta gente toda, há os maridos e mulheres dos filhos e netos, que têm a paciência de nos aturar e, a maior parte da vezes, não conseguem saber os nomes de todos os tios, quanto mais de todos os primos e filhos dos primos.
Considero que, apesar de haver primos que vejo muito poucas vezes (alguns nem sequer uma vez por ano), somos uma família unida. Com diferenças, com questões e discussões (ou não fôssemos uma família), mas muito amor e união. A verdade é que a família não se escolhe, está no sangue. E esse laço só pode ser muito mais forte do que qualquer amizade, é impossível de quebrar!
E de vez em quando há uma mente brilhante que se lembra de reunir o pessoal e celebrar este bem enorme que é a Família. Houve uma reunião há mais de 10 anos, um mega pic-nic que punha a um canto qualquer evento social, tal era a multidão. Depois, uns anos mais tarde, quando o meu Avô fez 90 anos houve um grande jantar.
Monteiro Fernandes em 2002 - já então éramos muitos
Os 90 anos do Avô António, em 2003
Monteiro Fernandes em 2013 - vê-se bem como a família cresceu
A falar com um dos emigrantes, que transmitiu,
para quem não sabia ainda, a chegada para Setembro de mais um bebé




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