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19 de outubro de 2013

O novo elemento da equipe Maria Café

A minha equipe de costura ganhou recentemente um novo elemento. É verdade, sucumbi à Pfaff Passport 2.0 que tinha debaixo de olho e estou maravilhada.



Esta máquina é um complemento das duas Pfaff que já tinha: a Pfaff Select 3.0  e a Pfaff Creative 2.0. Vem cobrir algumas falhas da Select 3.0, que é mecânica e por isso menos confortável de usar, mas não a substitui. A verdade é que para costuras grossas, com muitas camadas, a Select é imbatível! E também vem ajudar-me nos workshops de costura que planeio começar muito em breve no atelier.

Surpreendentemente, há coisas em que a Passport se porta melhor até do que a Creative, que é totalmente electrónica e muito fiável. Por exemplo, a coser em tecidos laminados (plastificados)... Qualquer pessoa que já tenha costurado laminados na máquina passou pela experiência de o tecido colar no pé e na base, de os dentes não conseguirem puxar o tecido e de a costura ficar um desastre. É desesperante, mas há alguns truques para dar a volta à situação, como usar um pé especial para laminados, colocar creme ou óleo de máquina no pé e no prato, ou outros. No entanto, mesmo com estes truques, quando vou costurar laminados tenho de respirar fundo e quase beber um chá calmante: nunca é fácil, nunca sai bem à primeira, é uma tarefa no mínimo traiçoeira e tenho de estar muito concentrada e alerta. 

E foi aqui que a Passport começou a surpreender-me: cose lindamente os laminados! É fantástica! Sempre que tenho de coser laminados, lá vou eu para a Passport e tudo corre sobre rodas. Tenho de estar atenta, ajudar e ir puxando cuidadosamente o tecido, é verdade... mas corre melhor do que nas outras! 

Até agora, depois de um mês a usar a Pfaff Passport 2.0, estou extremamente satisfeita. Foi uma excelente aquisição para a equipa Maria Café, sem dúvida!

19 de setembro de 2013

Taras e Manias...

Todos temos as nossas. E quem me conhece sabe que eu as tenho em quantidade, vá, saudável. Ou não fosse o nome Maria Café resultado de uma dessas taras, a que tenho por espirais.

Também gosto de sapatos, malas e carteiras (que mulher é que não gosta?). Gosto da cor verde, tanto que em tempos sonhava até em ter um carro verde. Passou-me, mas continuo a gostar muito de verde. E não, não sou sportinguista.

Gosto de gadgets: telemóveis, tablets, computadores... apetece-me sempre ter o último grito, mas vou-me contendo.

E adoro máquinas de costura! Já tenho algumas, é certo... a primeirinha, de estimação (a precisar de afinar, mas ainda cose), uma corta e cose que nunca usei, duas Pfaff... a bem dizer, são o meu dia-a-dia. E mesmo assim, sempre que vejo uma máquina de costura à venda numa loja dá-me vontade de lhe mexer, de a experimentar, de a ter!

Há pouco tempo fui à loja da Pfaff de Campo de Ourique - Moura & Fortes, Lda - buscar uma peça que tinha encomendado. E os meus olhos foram automaticamente atraídos por uma máquina nova: uma Pfaff pequenina, cinzenta, com botõezinhos, electrónica e com o aspecto robusto que caracteriza a marca.


A Pfaff Passport 2.0 é mais pequena e portátil, e aparentemente tem mais pontos e facilidades do que a Select 3.0 (a minha primeira Pfaff), possui o sistema IDT da Pfaff e várias características que a tornam um mimo da gama média da marca. Fiquei de olho nesta máquina e mal posso esperar por dar uma voltinha com ela!

26 de abril de 2012

13 de fevereiro de 2012

Saco de Bebé

Precisava de um saco para transportar as tralhas do Miguel. Um saco grande suficiente para levar roupa para uma noite, por exemplo, mas suficientemente prático para levar apenas as fraldas, uma muda e a alimentação necessária para uma saída de algumas horas. Tinha um, oferecido pela Vertbaudet, que usei bastante com o Zé mas que, para além de não ser muito bonito, já tem o forro todo rasgado. Resolvi então tentar fazer um saco para mim, mas tinha de ser maior que a mala de fraldas que costumo fazer. Pensei bastante nos tecidos a usar e no formato e tamanho ideais, andei a ver outros sacos, e acabei por pegar no saco da Vertbaudet e tirar o molde. O tamanho é bom, o formato pareceu-me relativamente fácil de fazer. Claro que tirei uns pormenores e acrescentei outros, para ficar mesmo à medida daquilo que eu precisava...

Este é o saco que eu fiz:




Fiz dois bolsos com fecho de correr, um à frente e outro atrás, em vez do bolso grande com pala do outro saco. Estes bolsos são mais simples de fazer. Acrescentei duas argolas de velcro no topo para pendurar o saco no carrinho de passeio.


O exterior é em algodão, mas o interior é plastificado.



 Não dá para ver bem, mas o interior tem divisórias amovíveis, para organizar  melhor a tralha.


Tal como no outro saco, os bolsos laterais têm elástico e a alça é regulável.

Este saco não está disponível para venda, pelo menos enquanto eu não criar uma versão mais simples. É que deu-me um trabalhão a fazer, principalmente a finalizar... não conseguiria vendê-lo a um preço razoável. A versão para venda não terá seguramente o vivo de xadrez vermelho, que foi muito complicado de integrar, para além de outros pormenores dispensáveis.


E este é o saco da Vertbaudet:




Entretanto já ando orgulhosamente a passear-me com o meu saco, que faz conjunto com o saco-cama para o ovinho:




10 de fevereiro de 2012

Babetes...

Não gosto de babetes... percebo a utilidade, uso-os nos meus filhos quando são pequeninos para comerem sem se sujarem muito (embora nessa altura nem se sujem muito, precisam mais deles quando são mais crescidos... crescidos demais para usar babete!), tenho-os às dezenas, mas não gosto de ver os miúdos de babete o dia todo. Quando estão na fase de babar "com os dentes", e se estiverem em casa, de babygrow, tudo bem... até tolero. Dá jeito, pronto! Agora, vesti-los todos lindos, de calça de ganga e camisa de xadrez, para depois lhes pespegar com um babete de turco debruado a azul-cueca a dizer "Saturday" quando ainda vamos a meio da semana, isso não! Detesto...

Por acaso os meus dois mais velhos nunca foram muito de se babar, por isso o dilema do "ponho babete ou deixo-o babar-se e logo lhe mudo a roupa pela quinta vez na última hora" não me aconteceu com muita frequência. Agora este mais novo faz-me pensar nisso várias vezes por dia. Não é que se babe, ainda não chegou lá, mas bolsa como gente pequenina... e há dias em que dou por mim a trocar-lhe a roupa toda pela terceira vez quando ainda nem chegámos à hora de almoço.

Portanto, tive de ceder aos babetes. Em casa é pacífico, usa o babete de turco. Fora de casa a coisa é mais complicada, por isso resolvi pesquisar os tais babetes "tipo bandana" e experimentar fazer alguns para o pequenino. Não acho ideais, é um facto... mas é uma solução bem mais prática e gira do que o babete tradicional! Ora vejam:








17 de janeiro de 2012

Saco-cama infantil

No final do ano passado tive uma encomenda especial que ficou muito gira! Tirei fotos na altura, mas com tanta coisa para fazer ainda não tinha tido vagar para publicar aqui o resultado final. Finalmente venho mostrar-vos o saco-cama da Pilar, que ficou lindíssimo, assim meio british....




15 de junho de 2011

Mala "Tia Anica" Verde

Mais uma mala da "Tia Anica". Esta não tem dono, está disponível para entrega imediata:



2 de junho de 2011

Tutorial: do estragado se faz novo

Uma sobrinha pediu-me para recuperar duas t-shirts que estavam irremediavelmente manchadas. Lembrei-me de fazer um tutorial sobre apliqués, uma técnica muito simples que pode ajudar a alegrar, renovar e recuperar peças de roupa que precisam de um toque...


Esta t-shirt tinha uma mancha de tinta vermelha forte no peito e mais algumas manchinhas espalhadas, por isso a aplicação tinha de ser grande.





Material necessário:

- T-shirt
- Retalhos de tecido
- Caneta para marcar tecido (eu uso uma cujos riscos desaparecem com água)
- Entretela para aplicações (uma entretela muito fina, bi-termocolante, disponível em retrosarias)
- Máquina de costura
- Opcional: entretela termocolante leve/média




1. Escolha o tecido a usar para a aplicação. Pode recortar formas (uma flor, um coração, uma bola) em tecidos lisos ou com padrões ou então aproveitar a estampa de um tecido para recortar essa forma. Foi isso que fiz, recortei 3 flores de um tecido colorido, aproveitando a estampa:



2. Para cada forma a aplicar recorte uma forma igual de entretela para aplicações:



3. Disponha os retalhos na superfície a recuperar, colocando a entretela entre o retalho e a t-shirt. Se as aplicações vão ficar sobrepostas, comece pela que vai ficar por baixo. Passe com o ferro até ficar bem colado, usando um pano de algodão entre o ferro e o tecido:



4. Quando o primeiro retalho estiver colado, passe para a máquina de costura. Comece por seleccionar um ponto zig-zag de comprimento médio e abertura pequena. Experimente num retalho de tecido inutilizado para ver se gosta do efeito. Não deve ser muito apertado porque pode cortar o tecido, mas também não deve ser muito aberto porque o objectivo é que o tecido não desfie com as lavagens. Na minha máquina uso uma abertura entre 0 e 1. Coloque o pé calcador alinhado com o retalho e comece, lentamente, a coser. 


Nas curvas e ângulos o ideal é ir bem devagar e ir dirigindo suavemente o tecido para a costura acompanhar bem o contorno. Não vale a pena ter pressa, se não estiver à vontade cosa devagar para garantir um bom resultado final. Treine com retalhos inutilizados antes de passar para o trabalho final. 



DICA 1: Nos ângulos, deixe a agulha para baixo e levante o pé calcador para virar o tecido. Baixe o pé e continue.

DICA 2: Como estamos a trabalhar com um tecido elástico (a malha da t-shirt), pode acontecer a máquina começar a saltar pontos e a prender no tecido. Nesse caso, cole um pedaço entretela leve/média termocolante no verso da t-shirt para dar consistência à malha. No final do trabalho retire a entretela do interior da t-shirt.

5. Quando terminar o primeiro retalho passe para os outros, repetindo o processo. 



6. No final, orgulhe-se do seu trabalho! Não desespere se as primeiras tentativas não correrem na perfeição. Lembre-se que a t-shirt que estamos a usar estava estragada, não vem mal ao mundo se não ficar perfeita! Com a prática o processo vai começar a correr melhor. Dê largas à imaginação!


Agora falta saber se a dona vai gostar...

15 de abril de 2011

E porque eu também tenho direito a ficar com algumas das minhas peças, esta mala ficou para mim. Adoro este tecido, é o mesmo deste cinto (que por acaso também é meu). Faz "pendant", embora eu ainda não saiba se vou gostar de usar as duas peças como conjunto. Logo vejo...


O forro é num tecido de fundo rosa com florzinhas brancas. A combinação faz um contraste muito giro:


Disponível na loja.

13 de abril de 2011

Mais projectos

Mais duas bolsinhas com fecho metálico, feitas "por encomenda" para uma sobrinha que já tem telemóvel.



Uma bolsa para o telemóvel e um mini-necessaire para levar o essencial.

8 de abril de 2011

E depois de muito tempo a matutar, fez-se luz!

Hoje, depois de meses e meses (quiçá um ano ou dois) a tentar perceber qual é a técnica para fazer uma determinada coisa relacionada, naturalmente, com costura e, mais especificamente, com o acabamento do sling, finalmente cheguei lá!

E olhem que eu tentei de várias formas perceber esta técnica, experimentei com papel, com desenhos, esquemas, etc. Até tentei com um sling, em determinada altura, mas fui desistindo. Não foi bem desistir, foi mais adiar a epifania. É que é um acabamento que, à primeira vista, é impossível de conseguir, mas o que é facto é que há quem o faça. Por isso, se não é impossível, eu tenho que conseguir.


Não, não tem a ver com papel higiénico, mas esta imagem ilustra de certa forma os esquemas que fui fazendo até chegar aqui... mas não os fiz em papel higiénico, fi-los maioritariamente na minha mente.

A realidade é que esta técnica não adiciona mais nada ao sling a não ser no aspecto estético, fica mais clean, mais bonito. De resto, a segurança é a mesma, o trabalho que dá e o tempo que demora também. Bem que procurei inspiração na Internet para aprender a aplicar este acabamento, mas nada... quem sabe não partilha, o que é totalmente compreensível.

De modos que hoje, depois de mais uma vez dormir sobre o assunto, pus mãos à obra e tentei. Tentei com garra, com fé que desta vez é que era. E foi! Consegui, ficou muito bem e não é assim tão complicado!


Assim sendo, a partir de agora, os slings Maria Café vão ficar ainda mais bonitos!

E eu, devo dizer, estou orgulhosa de mim própria, bolas!

20 de março de 2011

Porta-moedas gigante ou a Mala da Tia Anica?

Para oferecer como presentes de aniversário, resolvi experimentar os fechos metálicos gigantes que cá tinha e fiz duas malas iguais mas completamente diferentes. Estas malas são simultaneamente uma ode à Primavera, que chega hoje, e um elogio ao Vintage, que tanto me inspira. 



Esta primeira foi feita num tecido floral de fundo azul, muito clássico mas alegre. O interior é em vichy rosa largo. 



A outra mala é mais colorida, muito gira para a Primavera e o Verão, combina com gangas, e com várias cores. O interior é um algodão fucsia com florzinhas brancas.

As malas têm um bolso interior e alça para usar a tiracolo. O tamanho é ideal para levar o essencial: carteira, porta-moedas, óculos de sol e mais uma ou outra tralha. E o fecho com as bolas grandes dá-lhe um charme inigualável!

16 de março de 2011

Porta-moedas - Antes, durante e depois

Tive uma encomenda de um porta-moedas com tecidos à minha escolha. Escolhi um tecido que adoro, o "Groovy" do Michael Miller, em tons de azul, verde, castanho e branco, e combinei com um vichy verde largo.





Adoro o resultado final, e desta vez a colagem do fecho correu melhor... o truque é deixar a cola secar um bocado antes de colar.

5 de março de 2011

Inspiração Vintage


Sempre adorei este tipo de bolsa, com fecho metálico tipo "Kiss" ou fecho porta-moedas, como preferirem. Têm um ar chique e muito vintage... 

Estas duas bolsas foram uma encomenda baseada noutras bolsas que fiz anteriormente. A combinação dos tecidos é feliz, um tecido marcadamente vintage e "british inspired"com umas florzinhas geométricas mais modernas. O fecho maior é hexagonal e vem de fora, o fecho mais pequeno já se compra cá em Portugal. O grande desafio destas bolsas é a colagem do fecho, que origina algumas bufadelas de frustração porque é impossível não fazer porcaria... há sempre uma altura em que penso "desta vez é que borrei isto tudo!" Mas no fim, graças a Deus, mesmo que a colagem corra mal, o resultado é normalmente satisfatório. Bastam umas arranhadelas no fecho para arrancar o excesso de cola seca e a bolsa fica com bom aspecto.




A bolsa maior tem cerca de 23 cm de largura por 20 de altura. A mais pequena tem 12 cm por 8, mais ou menos. Fiz também uma para o meu tablet que saiu muito bem. O tamanho é perfeito para o Samsung Galaxy Tab e faço sempre um vistaço quando saco da bolsa do tablet, giríssima, e tiro lá de dentro o meu gadget da moda! Ora vejam:



3 de março de 2011

Saquinhos para as mudas na Maternidade...

... e para tantas outras coisas!

Encomendaram-me um conjunto de 6 saquinhos do género dos sacos que fiz para as prendas de Natal. O objectivo era levar as mudas do bebé que aí vinha todas separadas para a maternidade. Os tecidos escolhidos foram os lisos e acho que o conjunto ficou muito giro. Claro que mais tarde os saquinhos podem servir para várias coisas: a muda de roupa para a escola, para guardar o sling, para levar roupa interior na mala de viagem, etc...



Em breve vou colocar estes conjuntos na loja, com várias opções de padrões para menino e menina!
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