No espaço de uma semana inaugurei o meu novo espaço e atingi 40.000 likes no Facebook. Se há 5 anos e meio, quando comecei a dar os primeiros pontos na Maria Café, me dissessem que ia chegar aqui eu dificilmente iria acreditar. Mas é mesmo verdade!
No fim de semana passado apresentei ao público o novo espaço onde trabalho e onde tenho as minhas coisinhas. Em breve faço um post sobre isso, com fotos e pormenores, mas posso dizer-vos que foi um orgulho enorme dar este passo - que já era urgente, tal era o caos no espaço (cada vez maior) que fui conquistando no sótão de casa.
E na madrugada de 4ª para 5ª feira ultrapassei os 40.000 likes na página do facebook... 40.000 pessoas gostam do que eu faço e vou mostrando naquele espaço, o que é algo que sai fora do sonho mais mirabolante que tinha quando iniciei este projecto. Não é que eu não acredite em mim, nada disso! Sou optimista por natureza, se ponho uma coisa na cabeça não descanso enquanto não a ponho em prática e adoro aquilo que faço. Mas a Maria Café sou só eu, a Inês... não há uma empresa por trás de mim a injectar capital (sou empresária em nome individual). Tenho algumas ajudas importantíssimas, é verdade - a minha cunhada e a minha mãe nas costuras, o meu marido na imagem e design de comunicação, os meus sobrinhos que vão organizar-me os retalhos... mas quem gere o site e a página de facebook, quem escolhe e cria as combinações de tecidos, quem procura e concebe novas peças, quem fotografa o que vai fazendo e trata as fotografias, quem escolhe os eventos e feiras em que a Maria Café participa e quem faz esses eventos (com ajuda sempre que possível), etc, etc... sou eu! E há 40.000 pessoas a gostar do que eu faço...
Só tenho uma palavra para cada um destes (agora) 40.392 seguidores: OBRIGADA!!!!
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21 de outubro de 2013
Estou fora de mim...
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19 de setembro de 2013
Taras e Manias...
Todos temos as nossas. E quem me conhece sabe que eu as tenho em quantidade, vá, saudável. Ou não fosse o nome Maria Café resultado de uma dessas taras, a que tenho por espirais.
Também gosto de sapatos, malas e carteiras (que mulher é que não gosta?). Gosto da cor verde, tanto que em tempos sonhava até em ter um carro verde. Passou-me, mas continuo a gostar muito de verde. E não, não sou sportinguista.
Gosto de gadgets: telemóveis, tablets, computadores... apetece-me sempre ter o último grito, mas vou-me contendo.
E adoro máquinas de costura! Já tenho algumas, é certo... a primeirinha, de estimação (a precisar de afinar, mas ainda cose), uma corta e cose que nunca usei, duas Pfaff... a bem dizer, são o meu dia-a-dia. E mesmo assim, sempre que vejo uma máquina de costura à venda numa loja dá-me vontade de lhe mexer, de a experimentar, de a ter!
Há pouco tempo fui à loja da Pfaff de Campo de Ourique - Moura & Fortes, Lda - buscar uma peça que tinha encomendado. E os meus olhos foram automaticamente atraídos por uma máquina nova: uma Pfaff pequenina, cinzenta, com botõezinhos, electrónica e com o aspecto robusto que caracteriza a marca.
A Pfaff Passport 2.0 é mais pequena e portátil, e aparentemente tem mais pontos e facilidades do que a Select 3.0 (a minha primeira Pfaff), possui o sistema IDT da Pfaff e várias características que a tornam um mimo da gama média da marca. Fiquei de olho nesta máquina e mal posso esperar por dar uma voltinha com ela!
Também gosto de sapatos, malas e carteiras (que mulher é que não gosta?). Gosto da cor verde, tanto que em tempos sonhava até em ter um carro verde. Passou-me, mas continuo a gostar muito de verde. E não, não sou sportinguista.
Gosto de gadgets: telemóveis, tablets, computadores... apetece-me sempre ter o último grito, mas vou-me contendo.
E adoro máquinas de costura! Já tenho algumas, é certo... a primeirinha, de estimação (a precisar de afinar, mas ainda cose), uma corta e cose que nunca usei, duas Pfaff... a bem dizer, são o meu dia-a-dia. E mesmo assim, sempre que vejo uma máquina de costura à venda numa loja dá-me vontade de lhe mexer, de a experimentar, de a ter!
Há pouco tempo fui à loja da Pfaff de Campo de Ourique - Moura & Fortes, Lda - buscar uma peça que tinha encomendado. E os meus olhos foram automaticamente atraídos por uma máquina nova: uma Pfaff pequenina, cinzenta, com botõezinhos, electrónica e com o aspecto robusto que caracteriza a marca.
A Pfaff Passport 2.0 é mais pequena e portátil, e aparentemente tem mais pontos e facilidades do que a Select 3.0 (a minha primeira Pfaff), possui o sistema IDT da Pfaff e várias características que a tornam um mimo da gama média da marca. Fiquei de olho nesta máquina e mal posso esperar por dar uma voltinha com ela!
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12 de setembro de 2013
Resoluções de rentrée
Para mim (e para todos...) durante o ano existem dois pontos de viragem: o início, em Janeiro; e o regresso às aulas, em Setembro. São alturas em que revemos o que está para trás, tomamos decisões e fazemos planos para o futuro.
O mês de Setembro reveste-se sempre de uma áurea contraditória... acabaram-se as férias, o Verão começa a despedir-se, voltamos à rotina do dia-a-dia. Por outro lado, é o recomeço, um novo ano escolar, livros e material novos para os miúdos, para alguns uma nova escola... Dá-nos vontade de fazer limpezas, arrumar o que se tem acumulado ao longo do tempo e que já tomamos com arrumado (a pilha de papéis que teima em não desaparecer dali, a mesa da sala onde vamos poisando tralha que parece que nunca mais sai dali, os casacos que já não cabem no bengaleiro e que vamos pondo por cima dos outros até não se ver o bengaleiro).
E este ano assim foi: chegámos de férias e tivemos um fim de semana de arrumação e novas resoluções. A sala levou uma volta, ponderámos mesmo mudar a disposição dos móveis (mas não) e propusémos a nós mesmos alguns desafios. Aqui vão:
- Antes de mais, tentar (eu...) não acumular a papelada de trabalho na sala - usar o escritório para isso. O novo escritório/atelier ainda está em remodelação, por isso neste ponto estou em fase de transição. Lá iremos mais tarde!
- Deixar (todos) de usar a mesa da sala como "despeja bolsos". Sim, esta é importante! Não somos uma família arrumada, é verdade... mas uma mesa de sala vazia dá logo um ar de sala arrumada, certo? Toca a fazer um esforço!
- Brinquedos na sala (meninos) NÃO!!!! Confesso, não gosto que brinquem na sala, têm um quarto de brinquedos mesmo ao lado, mas até percebo que prefiram estar ao pé de nós (e, por vezes, fingir que somos estradas ou montanhas e passar com os carrinhos por cima de nós...), mas quando acabam de brincar levem os brinquedos para o sítio deles...
- Sapatos, roupa, almofadas, etc espalhados na sala (todos) NÃO!!! Os miúdos então, chegam a casa e descalçam-se. Onde estiverem. E os sapatos lá ficam... até eu dar um berro!
algumas salas arrumadas... talvez demais!
Não peço tanto, mas também não é preciso ser o caos...
- Dieta (pais): Pois é... férias, relax, calorzinho, muita batata frita, caipirinha, cerveja, churrasquinho, geladinhos e, claro está, quilinhos extra. Vamos dar cabo deles, ah pois vamos! Já começámos...
- No seguimento do ponto anterior, mas alargando aos mais novos - sopinha! Odeio fazer sopa e não adoro comê-la, mas reconheço o seu valor e a falta que faz. Não digo todos os dias (bah), mas com frequência...
- Ainda no seguimento dos dois pontos anteriores, e para me facilitar a vida (estou a fazer o teste): usar mais a Bimby. Tenho-a há 5 anos e uso-a muito pouco... não sei receitas para a usar com frequência, falta-me imaginação, depois quando quero fazer uma coisa falta-me algum ingrediente... por isso a Bimby tornou-se um electrodoméstico (caro) onde me limito a fazer arroz, sopa (raramente) e sobremesas. Tá mal!!!!
Este último projecto requer todo um novo post que vou escrever em breve. Aceito conselhos, dicas, receitas light (dieta, lembram-se?) e child friendly (3 miúdos, dois deles esquisitos). Já fiz um menu para 2 semanas, fiz as compras para todas a refeições e usei alguns truques para me organizar. Falta ensinar o pai a usá-la - acho que o mais velho já sabe mais que ele... Vamos ver se resulta e se consigo ser persistente... não sou aficcionada da Bimby, mas se a tenho é para lhe dar uso!
Estas são as minhas resoluções de rentrée... e as vossas?
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3 de junho de 2013
Programa de mãe e filho mais velho...
Aconchegadinhos no sofá, vemos a primeira temporada do Masterchef USA. Como se fosse a última. E ele adora, dá bitates e opiniões e, melhor que tudo, já lê as legendas!!!! Começar a conseguir ler legendas é de outra dimensão!!! É tipo "Ah, então é para isto que servem as letrinhas em rodapé!"
Hoje à noite é o quarto episódio, já com as pré-seleccões todas feitas e com desafios "à séria". Delicioso!!!!!
Hoje à noite é o quarto episódio, já com as pré-seleccões todas feitas e com desafios "à séria". Delicioso!!!!!
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30 de maio de 2013
As coisas que me chamam...
Isto de me chamar Inês e a marca se chamar Maria Café tem muito que se lhe diga.
Como assino os e-mails para clientes como "Inês Duarte - Maria Café", há muita gente que responde dizendo "Olá Inês e Maria"... se dúvidas havia, está aqui a prova de que tenho dupla personalidade!
Depois, e esta é a mais frequente, há muitas clientes que quando me ligam ou enviam mensagens me tratam por Maria. "Olá Maria" é algo a que já me habituei a responder. Menos mal, pelo menos é nome de rapariga (afinal somos todas Marias), porque quando trabalhava fora chegaram a responder-me a um e-mail com um simpático "Caro Duarte".
Lindo é quando o tratamento especial vem da própria família. No outro dia o meu irmão, que tem uma filha chamada Inês e um tom muito próprio para chamar os filhos, chamava insistentemente nesse tom "Inês... Inês... Inês..." E eu, a um metro dele, ouvia-o mas nem ligava porque julgava que estava a chamar a minha sobrinha. Até que o oiço chamar "Ó Maria Café!" Oops... era para mim!
Como assino os e-mails para clientes como "Inês Duarte - Maria Café", há muita gente que responde dizendo "Olá Inês e Maria"... se dúvidas havia, está aqui a prova de que tenho dupla personalidade!
Depois, e esta é a mais frequente, há muitas clientes que quando me ligam ou enviam mensagens me tratam por Maria. "Olá Maria" é algo a que já me habituei a responder. Menos mal, pelo menos é nome de rapariga (afinal somos todas Marias), porque quando trabalhava fora chegaram a responder-me a um e-mail com um simpático "Caro Duarte".
Lindo é quando o tratamento especial vem da própria família. No outro dia o meu irmão, que tem uma filha chamada Inês e um tom muito próprio para chamar os filhos, chamava insistentemente nesse tom "Inês... Inês... Inês..." E eu, a um metro dele, ouvia-o mas nem ligava porque julgava que estava a chamar a minha sobrinha. Até que o oiço chamar "Ó Maria Café!" Oops... era para mim!
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27 de maio de 2013
Um fim de semana em cheio
Depois de uma semana a meio gás, com o mais novo 3 dias em casa doente, o fim de semana teve animação para vários meses...
No sábado tive um almoço de família na casa que era dos meus avós maternos (e que foi dos meus bisavós...). Os meus pais viviam lá quando me tiveram, por isso foi praticamente a casa onde nasci. Em miúdos íamos várias vezes para Pé-de-Cão passar o Natal, a Páscoa, as férias de Verão, etc., e sempre adorámos aquela aldeia e as temporadas que lá passávamos. A casa ainda está na família, foi comprada por uma das irmãs da minha mãe que resolveu juntar alguns familiares do lado da minha avó. Fui só com os dois mais velhos, o pequenino ainda estava cheio de tosse e ficou em casa com o pai. E foi muito giro passear com eles no jardim enorme da casa, mostrar-lhes onde e como é que eu brincava no meio daquela vegetação toda, nas escadas de pedras, passeios nos socalcos, canaviais enormes, mesas e bancos de pedra feitos por algum antepassado e que figuravam na minha memória como muito maiores do que são na realidade.
No domingo foi a festa de anos do Zé e, por umas horas, o meu nome foi "Mãe do Zé". De repente, cerca de 20 miúdos da escola (aos quais se juntaram mais uns tantos filhos de amigos e primos) andaram a correr e a brincar de um lado para o outro e a chamar-me para pedir água, sumo, ice tea, pipocas, bolo, croquetes, batatas fritas, mais bolo, mais água, um balão, outro balão porque aquele rebentou... ainda bem que alugámos um espaço para a festa, porque cá em casa teria sido um desastre! Mas foi muito divertido, o Zé adorou, os miúdos também me pareceu que gostaram e mais uma vez se provou que as crianças não precisam de muito para se entreter: basta dar-lhes um bom espaço exterior, comida que eles gostem e liberdade. Não houve pinturas faciais, nem mágicos, nem insufláveis, foi mesmo só duas bolas de futebol, um disco voador e espaço, muito espaço!
O tema da festa eram as Tartarugas Ninja (é a febre do momento cá em casa), e o bolo ficou a cargo da Sara, do blog Amora e Framboesa. Ficou lindo, muito acima de qualquer expectativa! É mesmo uma artista! Vejam o pormenor da tampa prateada, toda desenhada, com parafusos... Ainda por cima, para além de giro, o bolo (de chocolate) estava delicioso!
Entretanto, também no Domingo a página de facebook da Maria Café passou os 30.000 likes. No meio da azáfama não consegui assinalar a ocasião como deve ser, mas tinha preparado uma t-shirt comemorativa que só hoje é que consegui fotografar:
No final de Julho do ano passado cheguei aos 10.000. Passados 10 meses o número de fãs triplicou, é impressionante... nunca pensei chegar a tanta gente, ter tantas pessoas a querer seguir os meus trabalhos e comprar as peças que eu faço. É fantástico, e cada dia que passa sinto-me mais feliz e sortuda por fazer o que gosto e ter quem goste do que faço!
Mais logo publico um passatempo para comemorar os 30k. Agora vou aos correios e iniciar o segundo turno do meu dia: buscar crianças!
No sábado tive um almoço de família na casa que era dos meus avós maternos (e que foi dos meus bisavós...). Os meus pais viviam lá quando me tiveram, por isso foi praticamente a casa onde nasci. Em miúdos íamos várias vezes para Pé-de-Cão passar o Natal, a Páscoa, as férias de Verão, etc., e sempre adorámos aquela aldeia e as temporadas que lá passávamos. A casa ainda está na família, foi comprada por uma das irmãs da minha mãe que resolveu juntar alguns familiares do lado da minha avó. Fui só com os dois mais velhos, o pequenino ainda estava cheio de tosse e ficou em casa com o pai. E foi muito giro passear com eles no jardim enorme da casa, mostrar-lhes onde e como é que eu brincava no meio daquela vegetação toda, nas escadas de pedras, passeios nos socalcos, canaviais enormes, mesas e bancos de pedra feitos por algum antepassado e que figuravam na minha memória como muito maiores do que são na realidade.
Esta é a escadaria central do jardim, é enorme e os degraus são pedras cravadas na terra. Dei muitos tombos nestas escadas!
O arbusto por cima deste banco era maior e mais denso, e aqui era a "casinha".
Onde eles estão sentados existia uma espécie de aquário, que a certa altura era a nossa "piscina".
Ainda sabia de cor o verso dos azulejos.
As escadas de acesso ao jardim.
Noutro jardim, mais pequeno. Temos uma fotografia comigo, os meus irmãos e a minha avó sentados nestas escadas, provavelmente tirada num dos verões em que lá ficámos.
O tema da festa eram as Tartarugas Ninja (é a febre do momento cá em casa), e o bolo ficou a cargo da Sara, do blog Amora e Framboesa. Ficou lindo, muito acima de qualquer expectativa! É mesmo uma artista! Vejam o pormenor da tampa prateada, toda desenhada, com parafusos... Ainda por cima, para além de giro, o bolo (de chocolate) estava delicioso!
Entretanto, também no Domingo a página de facebook da Maria Café passou os 30.000 likes. No meio da azáfama não consegui assinalar a ocasião como deve ser, mas tinha preparado uma t-shirt comemorativa que só hoje é que consegui fotografar:
No final de Julho do ano passado cheguei aos 10.000. Passados 10 meses o número de fãs triplicou, é impressionante... nunca pensei chegar a tanta gente, ter tantas pessoas a querer seguir os meus trabalhos e comprar as peças que eu faço. É fantástico, e cada dia que passa sinto-me mais feliz e sortuda por fazer o que gosto e ter quem goste do que faço!
Mais logo publico um passatempo para comemorar os 30k. Agora vou aos correios e iniciar o segundo turno do meu dia: buscar crianças!
20 de maio de 2013
5 aninhos de Zé e de Maria Café
Hoje sopram-se velinhas cá em casa...
Foto de Sofia Lobato Photography
O Zé Maria faz hoje 5 anos. O Zé, o meu gordinho do meio, o meu sornas bem-disposto e malandro, com o seu cabelo espetado e olhos azuis enormes, cara redonda e um sinalzinho logo abaixo do nariz - que é motivo de muita brincadadeira porque lhe estamos sempre a dizer: "Ó Zé, estás sujo aqui..." e ele responde "É um sinal!!!!", sempre a rir! O Zé que adora bananas, "almongras" e "cócretes", que passou de pastelão a comer para o mais rápido da casa, que gosta do leite quentinho, mas não demais, que não gosta de Nutella (como!?) e quer sempre o seu pão de leite com fiambre e manteiga. O Zé que ainda corre à bebé, ainda tem rabo gordinho de bebé, ainda diz os "ss" à bebé, mas que já é um menino que para o ano vai para a pré-primária, que já conta até 20 ou 30 (salta sempre o dezassete), que adora brincar com o irmão mais velho e não tem grande paciência para o mais novo.
O Zé que, ainda na barriga, me inspirou e me fez comprar uma máquina de costura e começar a fazer estas coisas de transportar bebés. Que na altura eram peças difíceis de encontrar e por isso resolvi fazer uma para mim, uma para uma amiga, outra para a cunhada...
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11 de maio de 2013
A Família
Há-as para todos os gostos: grandes, pequenas, tradicionais, modernas, unidas, nem tanto...
A minha é das grandes e, em parte por causa disso, temos poucas oportunidades de nos juntar todos. No Natal batemos recordes, é certo, mas há sempre festejos dispersos, netos que nesse ano estão com a família do cônjuge, etc, e acabamos por nos ficar por metade. É que os meus avós paternos tiveram 8 filhos, têm 28 netos e nasceu há uma semana o 50º bisneto. A juntar a esta gente toda, há os maridos e mulheres dos filhos e netos, que têm a paciência de nos aturar e, a maior parte da vezes, não conseguem saber os nomes de todos os tios, quanto mais de todos os primos e filhos dos primos.
Considero que, apesar de haver primos que vejo muito poucas vezes (alguns nem sequer uma vez por ano), somos uma família unida. Com diferenças, com questões e discussões (ou não fôssemos uma família), mas muito amor e união. A verdade é que a família não se escolhe, está no sangue. E esse laço só pode ser muito mais forte do que qualquer amizade, é impossível de quebrar!
E de vez em quando há uma mente brilhante que se lembra de reunir o pessoal e celebrar este bem enorme que é a Família. Houve uma reunião há mais de 10 anos, um mega pic-nic que punha a um canto qualquer evento social, tal era a multidão. Depois, uns anos mais tarde, quando o meu Avô fez 90 anos houve um grande jantar.
E este ano uma das netas mais novas teve a ideia e lançou o desafio de juntar o maior número possível de MF's, para festejar os 100 anos do nascimento do Avô António. No dia 1 de Maio aconteceu o evento, que juntou fisicamente 98 pessoas, entre a Avó Pi (com 98 anos), os 7 filhos e respectivos, e a maior parte dos 28 netos, respectivos e filhos. Há 4 netos (e famílias) a viver no estrangeiro, mas mesmo assim conseguimos falar por skype com 3 deles e até a minha avó se levantou para os saudar entusiasticamente.
Foi um dia fantástico, com muita comida, muita brincadeira, num local perfeito com campo de futebol, parque infantil, salão para o pic-nic e igreja, onde no final foi celebrada a missa, presidida por um dos netos, o Padre Bernardo. Julgo que durante todo o dia ouvi ao longe o Jazz que o meu Avô tanto gostava de ouvir e, em certas alturas, até o ouvi a tocar piano.
A minha é das grandes e, em parte por causa disso, temos poucas oportunidades de nos juntar todos. No Natal batemos recordes, é certo, mas há sempre festejos dispersos, netos que nesse ano estão com a família do cônjuge, etc, e acabamos por nos ficar por metade. É que os meus avós paternos tiveram 8 filhos, têm 28 netos e nasceu há uma semana o 50º bisneto. A juntar a esta gente toda, há os maridos e mulheres dos filhos e netos, que têm a paciência de nos aturar e, a maior parte da vezes, não conseguem saber os nomes de todos os tios, quanto mais de todos os primos e filhos dos primos.
Considero que, apesar de haver primos que vejo muito poucas vezes (alguns nem sequer uma vez por ano), somos uma família unida. Com diferenças, com questões e discussões (ou não fôssemos uma família), mas muito amor e união. A verdade é que a família não se escolhe, está no sangue. E esse laço só pode ser muito mais forte do que qualquer amizade, é impossível de quebrar!
E de vez em quando há uma mente brilhante que se lembra de reunir o pessoal e celebrar este bem enorme que é a Família. Houve uma reunião há mais de 10 anos, um mega pic-nic que punha a um canto qualquer evento social, tal era a multidão. Depois, uns anos mais tarde, quando o meu Avô fez 90 anos houve um grande jantar.
Monteiro Fernandes em 2002 - já então éramos muitos
Os 90 anos do Avô António, em 2003
Monteiro Fernandes em 2013 - vê-se bem como a família cresceu
A falar com um dos emigrantes, que transmitiu,
para quem não sabia ainda, a chegada para Setembro de mais um bebé
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9 de maio de 2013
Mais um ano, menos um dente...
E eis que, no dia em que completo 38 primaveras me cai um dente. A continuar assim, não falta muito para me parecer com esta senhora:
Nota:
Não me caiu um dente, caiu-me um bocado de um dente. Culpa minha, que ele já andava a ameaçar há uns tempos. Não é da frente, é pré-molar, mas quando me rio vê-se. Ora eu sou pessoa que se ri com fartura e ainda bem. Hoje apetece-me rir e sorrir mais que o normal, daí que vá já de seguida ao dentista repor a normalidade do sorriso.
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23 de abril de 2013
Cor, muita Cor!!!!
Nos últimos tempos tenho tido várias oportunidades de contactar pessoalmente com clientes e potenciais clientes. Tenho tido sempre um feedback muito positivo, o que me enche de orgulho e satisfação porque justifica todo o meu trabalho e dedicação. A Maria Café existe há quase 5 anos, mas depois de um longo período em que me dedicava a ela no turno da noite, há cerca de dois anos que é a minha ocupação principal. Por isso ouvir e ler o que tenho ouvido e lido é um estímulo para continuar a criar, a trabalhar e a dedicar o meu tempo a este projecto.
Há, no entanto, uma "reclamação" que tenho tido com frequência: é difícil escolher os tecidos porque as opções são muitas e todas muito giras! Lá está uma reclamação boa de ouvir! É claro que o facto de disponibilizar tantas opções me complica um bocadinho a vida também, porque tenho de ter stock de muitos tecidos diferentes, de repente um acaba e lá tenho eu de ir comprar mais, a organização e arrumação dos tecidos é um caos, etc. Mas a verdade é que para mim é importante chegar a toda a gente e ter opções para todos... há as que gostam de padrões mais clássicos, as que gostam de coisas mais malucas, as que não se importam de usar flores com rapazes (eu!), as que mesmo tendo uma menina querem um padrão unisexo porque o menino ainda pode vir, as que fazem questão de ter tudo cor-de-rosa, as que querem combinar o sling com o quarto do bebé, etc, etc... e eu só posso chegar a todas com muita variedade de escolha!
Nas vendas em que tenho participado (Mercadito da Carlota e Lisbon Kids Market) há um comentário à minha banca que também tenho ouvido com frequência: Maria Café é cor! E é verdade, eu gosto de cores! Gosto dos tons pastel, mas não gosto de me limitar por eles. Sei que estão na moda, e tenho várias opções em tons claros, mas são os coloridos que acabam por atrair mais as pessoas (e a mim também). Quando ando em busca de novos tecidos, sou atraída pelos mais coloridos, que podem combinar com tons neutros, escuros ou fortes, lisos ou estampados, dependendo do estilo de quem vai usar. E assim vou chegando a todos os gostos...
Estou satisfeita, portanto. Com a certeza de que vou acrescentando alguma coisa na vida das pessoas, nem que seja um bocadinho de cor e alegria! E vocês, são mais para os pasteis (não de nata) ou para os tons vibrantes?
18 de abril de 2013
Hoje nasceu um bebé Maria Café
Nasceu. Mais um sobrinho, um de muitos, mas mais uma vez um muito especial. Especial porque é oitavo filho, especial porque é um rapaz depois de 4 meninas seguidas, especial porque é o 13º neto da Avó Zinha, especial porque acompanhei de muito perto toda a gestação.
Nasceu hoje de madrugada, depois de um parto difícil (quem diria que ao oitavo filho os partos ainda são difíceis...), com quase 4 kgs e com cara de bebé de 1 mês! A sério, vejam só estas bochechas, esta boquinha, o queixinho igual ao da tia (eu), que já o herdou da Avó Pi. Os olhos não tive oportunidade de ver porque o rapaz nasceu cansado (e não é caso para menos, que isto de nascer custa!) e esteve sempre a dormir durante a visita. Mas são lindos certamente!
A mãe é uma heroína... 8 gravidezes, 8 partos normais, 8 crianças lindas e bem formadas, com valores! Esta é uma família que desafia as estatísticas, as expectativas, a normalidade. Que vive com o que há, sem luxos ou grandes extras. E tenho um orgulho imenso por fazerem parte da minha família!
Nota: queria deixar um agradecimento especial à Maya, da Kali Jade Photography, que se dispôs a dar uma pequena (grande) ajuda no tratamento das fotos que tirei. Podem seguir o facebook aqui.
E podem ir seguindo a Maria Café aqui.
Nasceu hoje de madrugada, depois de um parto difícil (quem diria que ao oitavo filho os partos ainda são difíceis...), com quase 4 kgs e com cara de bebé de 1 mês! A sério, vejam só estas bochechas, esta boquinha, o queixinho igual ao da tia (eu), que já o herdou da Avó Pi. Os olhos não tive oportunidade de ver porque o rapaz nasceu cansado (e não é caso para menos, que isto de nascer custa!) e esteve sempre a dormir durante a visita. Mas são lindos certamente!
A mãe é uma heroína... 8 gravidezes, 8 partos normais, 8 crianças lindas e bem formadas, com valores! Esta é uma família que desafia as estatísticas, as expectativas, a normalidade. Que vive com o que há, sem luxos ou grandes extras. E tenho um orgulho imenso por fazerem parte da minha família!
Nota: queria deixar um agradecimento especial à Maya, da Kali Jade Photography, que se dispôs a dar uma pequena (grande) ajuda no tratamento das fotos que tirei. Podem seguir o facebook aqui.
E podem ir seguindo a Maria Café aqui.
10 de abril de 2013
Sobre o tempo...
Não é da primavera chuvosa e das recentes promessas de sol e calor que vos venho falar... não. Por muito farta que esteja de botas, casacos e cachecóis, não é esse género de tempo que me apetece dissecar hoje.
É mais do tempo que passa... do tempo que passou desde o meu último post (em Dezembro, vergonha!!!!) até hoje. Um tempo que passou (e passa) a correr, que não pára nem que eu lhe implore, que faz com que as horas me fujam e os dias, as semanas e os meses vão atrás, numa velocidade frenética que não dá tréguas. É verdade... foi antes do Natal e já passou a Páscoa e eu nada, aqui em silêncio no meu cantinho.
Mas não estive quieta, desenganem-se! Bem, se me acompanham pelo Facebook devem saber que lancei algumas novidades, muitos tecidos novos para slings, fiz passatempos com marcas amigas, a página cresceu exponencialmente (estou quase com 27.000 seguidores), estive no Mercadito da Carlota da Páscoa (o último post tinha sido sobre o Mercadito de Natal), no Lisbon Kids Market e vou estar daqui a uma semana e meia no Mercadito da Carlota - Porto, no Hotel Sheraton. Não! Não estive parada, não estive de férias, não emigrei.
Estive a trabalhar, a trabalhar muito. A receber as vossas encomendas, a geri-las, fabricá-las, empacotá-las e expedi-las. A renovar stocks de tecidos, a procurar novos padrões e novas combinações, a fotografar, tratar fotografias e fazer montagens para vos mostrar. A criar novas peças, novas soluções para problemas que me surgem a mim, a amigas, a seguidoras e que pedem uma peça "assim e assado", com um fim específico que tento cumprir. A responder a e-mail, mensagens, pedidos diversos que requerem respostas personalizadas, que também me levam tempo. E muito mais, tudo isto muito concentradinho entre as 9h30 e as 17h, nos dias de semana.
E estive a cuidar dos miúdos, a ir buscá-los à escola a horas decentes, a acompanhá-los e entretê-los nas férias de Natal, Carnaval e Páscoa... Afinal esse era desde sempre um dos principais objectivos, e é uma das coisas que me dá maior gozo!
E comecei a correr (quer dizer, fui correr 3 vezes, depois começou a chuva e pus em stand-by), pela manhã, junto ao mar. Eu que sempre detestei correr, resolvi calçar os ténis e fazer-me ao paredão. E soube-me bem! Só não me viciei (ainda) porque, lá está, o raio da chuva trocou-me as voltas. Mas lá chegarei!
No meio de tanta tarefa e ocupação, alguma coisa tinha de ficar para trás... e o blog ficou aqui, parado. Não esquecido, que de cada vez que leio um novo post noutro blog penso: "Que vergonha, o meu blog está parado!" Mas falta-me tempo! Tento (com pouco sucesso) não estar no computador quando os miúdos estão comigo, e quando não estão eu estou no atelier a trabalhar. Por isso vou adiando o próximo post, que até já está alinhavado em pensamento mas que teima em não passar para as teclas. E as horas vão passando, atrás delas os dias, as semanas, os meses! Até hoje!
Isto para vos dizer que voltei ao blog. Resolvi finalmente acordá-lo e pô-lo a mexer (não lhe vou calças os ténis também, mas quase). E vou tentar (tentar...) ir escrevendo e publicando, nem que seja só uma frasezinha ou uma foto, de vez em quando.
Sigam-me!
O facebook da Maria Café é aqui.
É mais do tempo que passa... do tempo que passou desde o meu último post (em Dezembro, vergonha!!!!) até hoje. Um tempo que passou (e passa) a correr, que não pára nem que eu lhe implore, que faz com que as horas me fujam e os dias, as semanas e os meses vão atrás, numa velocidade frenética que não dá tréguas. É verdade... foi antes do Natal e já passou a Páscoa e eu nada, aqui em silêncio no meu cantinho.
Mas não estive quieta, desenganem-se! Bem, se me acompanham pelo Facebook devem saber que lancei algumas novidades, muitos tecidos novos para slings, fiz passatempos com marcas amigas, a página cresceu exponencialmente (estou quase com 27.000 seguidores), estive no Mercadito da Carlota da Páscoa (o último post tinha sido sobre o Mercadito de Natal), no Lisbon Kids Market e vou estar daqui a uma semana e meia no Mercadito da Carlota - Porto, no Hotel Sheraton. Não! Não estive parada, não estive de férias, não emigrei.
Mercadito da Carlota - Páscoa
Estive a trabalhar, a trabalhar muito. A receber as vossas encomendas, a geri-las, fabricá-las, empacotá-las e expedi-las. A renovar stocks de tecidos, a procurar novos padrões e novas combinações, a fotografar, tratar fotografias e fazer montagens para vos mostrar. A criar novas peças, novas soluções para problemas que me surgem a mim, a amigas, a seguidoras e que pedem uma peça "assim e assado", com um fim específico que tento cumprir. A responder a e-mail, mensagens, pedidos diversos que requerem respostas personalizadas, que também me levam tempo. E muito mais, tudo isto muito concentradinho entre as 9h30 e as 17h, nos dias de semana.
Alguns dos artigos criados e lançados entretanto
E estive a cuidar dos miúdos, a ir buscá-los à escola a horas decentes, a acompanhá-los e entretê-los nas férias de Natal, Carnaval e Páscoa... Afinal esse era desde sempre um dos principais objectivos, e é uma das coisas que me dá maior gozo!
Os miúdos...
E comecei a correr (quer dizer, fui correr 3 vezes, depois começou a chuva e pus em stand-by), pela manhã, junto ao mar. Eu que sempre detestei correr, resolvi calçar os ténis e fazer-me ao paredão. E soube-me bem! Só não me viciei (ainda) porque, lá está, o raio da chuva trocou-me as voltas. Mas lá chegarei!
A mãe a correr e o filho de bicicleta, no primeiro dia de primavera!
No meio de tanta tarefa e ocupação, alguma coisa tinha de ficar para trás... e o blog ficou aqui, parado. Não esquecido, que de cada vez que leio um novo post noutro blog penso: "Que vergonha, o meu blog está parado!" Mas falta-me tempo! Tento (com pouco sucesso) não estar no computador quando os miúdos estão comigo, e quando não estão eu estou no atelier a trabalhar. Por isso vou adiando o próximo post, que até já está alinhavado em pensamento mas que teima em não passar para as teclas. E as horas vão passando, atrás delas os dias, as semanas, os meses! Até hoje!
Isto para vos dizer que voltei ao blog. Resolvi finalmente acordá-lo e pô-lo a mexer (não lhe vou calças os ténis também, mas quase). E vou tentar (tentar...) ir escrevendo e publicando, nem que seja só uma frasezinha ou uma foto, de vez em quando.
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24 de novembro de 2012
Fiquei para lá de doente...
Ontem fui com uma pessoa da família às urgências de uma clínica privada. Nada de grave, mas o suficiente para requerer uma motorista particular, por isso lá fui eu. Como não tinha tomado o pequeno almoço, resolvi ir à cafetaria da clínica e pedi o meu menu habitual: um pão com manteiga e um galão. Mais simples que isto só um copo de leite branco, certo? Não pude deixar de reparar que o leite que usam é da marca "É", o leite mais barato do Continente, que nunca compro cá para casa (nada contra marcas brancas, mas há limites!).
Pedi para pagar logo e comecei à cata de moedas na mala, para tentar juntar cerca de 2 euros: o preço deste menu anda sempre à volta dos 1,85€ a 2€, não há que enganar. Quando perguntei quanto era até pensei que tinha ouvido mal: 2,85€. Perguntei, atónita: "2!?!?!?!?! Um galão e um pão com manteiga?!?!?!" Tipo, não se enganou aí nos números? A senhora respondeu: "Sim, são 2,85€, minha senhora, não olhe para mim assim que não sou eu que faço os preços... eu só estou aqui." E eu respondi: "Não é nada consigo, mas pregou-me um susto! Se um pão com manteiga e um galão são 2,85€, imagino se eu tivesse pedido alguma coisa dentro do pão!" Uma senhora que estava a seguir a mim lá me defendeu, que realmente é um exagero, quase 3 euros por algo tão simples, está tudo maluco...
Imaginem se o leite fosse da marca Continente... ia para os 4 euros, não?
Estive para ir pedir uma consulta de urgência para mim também...
Imagem retirada da Internet.
Imaginem se o leite fosse da marca Continente... ia para os 4 euros, não?
Estive para ir pedir uma consulta de urgência para mim também...
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13 de novembro de 2012
O João Baião de Sling Maria Café!!!
Um episódio giro de ontem: antes de começar o programa e já depois de eu ser penteada e maquilhada, fui com os dois mais velhos ao bar para os entreter e para comer qualquer coisa. Entramos no elevador e quem é que lá está, de óculos escuros: Herman José. Eles ficam os dois lado-a-lado à frente dele, vestidos de igual muito sérios e eu só penso "Nem imaginam quem é que está à frente deles..." E o Herman, como quase toda a gente naquele edifício, resolve meter-se com eles e dizer: "Boa tarde, estão bons? Então vocês são o quê, pai e filho, não?" O João fica com um ar espantadíssimo a olhar para ele e diz que não. E o Herman responde: "Ah, então são só irmãos, é?" Enfim... eu lá lhes expliquei quem era aquele senhor, um grande humorista português que faz rir portugal desde que a mãe se lembra. Ainda levei um piropo "Foi a menina que os fabricou?", ao que respondi: "Fui sim, mas com ajuda." E ele: "Pois claro!"
E lá fomos ao bar, enquanto ele seguiu no elevador.
Entretanto, o site já está a bombar, por isso podem visitá-lo e escarafunchá-lo à vontade. Vejam lá se o João Baião não ficou lindo de sling:
E lá fomos ao bar, enquanto ele seguiu no elevador.
Entretanto, o site já está a bombar, por isso podem visitá-lo e escarafunchá-lo à vontade. Vejam lá se o João Baião não ficou lindo de sling:
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12 de novembro de 2012
Vim de lá com o coração cheio...
O link para o programa, que já está online aqui.
O único "senão": devido ao anormal número de acesos simultâneos ao site (que desde já agradeço), o meu serviço de alojamento resolveu pôr o site indisponível por uma questão de segurança (interpretaram como uma ataque de hackers). Por isso peço-vos um bocadinho de paciência, amanhã já deve estar tudo normalizado e prontinho para as vossas encomendas.
Obrigada a todos os que acompanharam o programa que fizeram like enviaram mensagens de apoio. Continuem a acompanhar o facebook e visitem o site mas não todos ao mesmo tempo, please - vou ter de colocar um sistema de senhas...
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10 de novembro de 2012
Um presente que (praticamente) qualquer um pode dar
E há tantos a precisar... adultos, crianças, bebés, a precisar de sangue ou, mais difícil de conseguir, um transplante de medula óssea compatível.
Comecei a dar sangue quando tinha vinte e poucos, quando uma amiga adoeceu com leucemia e precisou de plaquetas enquanto não encontrava a cura (neste caso, como tem vários irmãos, encontrou num deles um doador compatível). Continuei a dar sangue uma a duas vezes por ano e mais tarde inscrevi-me no Banco Nacional de Dadores de Medula Óssea.
Infelizmente a vida tem alguns revezes menos bons, e um episódio triste da minha levou-me a possibilidade de continuar a ser doadora de sangue e potencial doadora de medula. Levei uma transfusão de plaquetas e acreditem, no meio do caos enquanto preparavam a minha transfusão, a minha preocupação era: não vou poder dar mais sangue. Ainda escrevi para o Instituto Português do Sangue a perguntar se podia... a resposta foi negativa: não aceitam dádivas de sangue ou medula de pessoas que tenham recebido uma transfusão de sangue ou derivados depois de 1980. Acho estranho, antes de 1980 o sangue usado em transfusões era garantidamente bom e agora não é? Consta-me exactamente o contrário, mas enfim. Continuo inscrita e se um dia me ligarem a dizer que sou compatível com alguém que precise, quero ver se aceitam a minha dádiva ou não. Não aceitam, já sei... São as regras.
De modos que me resta apelar: Vão dar sangue! Inscrevam-se no Banco Nacional de Doadores de Medula. Já pensaram que podem SALVAR UMA VIDA??? Neste momento há várias pessoas a precisar de um transplante de medula, entre as quais um bebé com menos de um ano, e a única coisa que é preciso fazer para se inscrever é fazer uma pequena recolha de sangue (como se fosse para análises). Não custa nada!!! E para algumas pessoas não pode haver melhor presente!
Links úteis:
http://ipsangue.org/
http://www.chsul.pt/
http://www.histocentro.pt/
http://www.chnorte.min-saude.pt/cedace.php
Comecei a dar sangue quando tinha vinte e poucos, quando uma amiga adoeceu com leucemia e precisou de plaquetas enquanto não encontrava a cura (neste caso, como tem vários irmãos, encontrou num deles um doador compatível). Continuei a dar sangue uma a duas vezes por ano e mais tarde inscrevi-me no Banco Nacional de Dadores de Medula Óssea.
Infelizmente a vida tem alguns revezes menos bons, e um episódio triste da minha levou-me a possibilidade de continuar a ser doadora de sangue e potencial doadora de medula. Levei uma transfusão de plaquetas e acreditem, no meio do caos enquanto preparavam a minha transfusão, a minha preocupação era: não vou poder dar mais sangue. Ainda escrevi para o Instituto Português do Sangue a perguntar se podia... a resposta foi negativa: não aceitam dádivas de sangue ou medula de pessoas que tenham recebido uma transfusão de sangue ou derivados depois de 1980. Acho estranho, antes de 1980 o sangue usado em transfusões era garantidamente bom e agora não é? Consta-me exactamente o contrário, mas enfim. Continuo inscrita e se um dia me ligarem a dizer que sou compatível com alguém que precise, quero ver se aceitam a minha dádiva ou não. Não aceitam, já sei... São as regras.
De modos que me resta apelar: Vão dar sangue! Inscrevam-se no Banco Nacional de Doadores de Medula. Já pensaram que podem SALVAR UMA VIDA??? Neste momento há várias pessoas a precisar de um transplante de medula, entre as quais um bebé com menos de um ano, e a única coisa que é preciso fazer para se inscrever é fazer uma pequena recolha de sangue (como se fosse para análises). Não custa nada!!! E para algumas pessoas não pode haver melhor presente!
Links úteis:
http://ipsangue.org/
http://www.chsul.pt/
http://www.histocentro.pt/
http://www.chnorte.min-saude.pt/cedace.php
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9 de novembro de 2012
Maria Café no Coração!
Até estou nervosa dos nervos, como diz uma grande amiga minha...
Segunda feira lá vou eu montar o estaminé no programa, produzir algumas peças ali mesmo em directo e falar com a Tânia Ribas de Oliveira e o João Baião sobre a Maria Café.
O tema é o mundo dos bebés e vão estar lá outros representantes de marcas e serviços para crianças, para além de um pediatra famoso, o Dr. Mário Cordeiro. Acho que este fim de semana não durmo, e não é por causa das más noites do Miguel, é derivado aos nervos. Vou confiar na equipe de maquilhagem para me deixar com boa cara depois de um fim de semana em claro.
Segunda feira lá vou eu montar o estaminé no programa, produzir algumas peças ali mesmo em directo e falar com a Tânia Ribas de Oliveira e o João Baião sobre a Maria Café.
O tema é o mundo dos bebés e vão estar lá outros representantes de marcas e serviços para crianças, para além de um pediatra famoso, o Dr. Mário Cordeiro. Acho que este fim de semana não durmo, e não é por causa das más noites do Miguel, é derivado aos nervos. Vou confiar na equipe de maquilhagem para me deixar com boa cara depois de um fim de semana em claro.
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4 de novembro de 2012
Já apetece...
Há quanto tempo eu não fazia uma fornada de scones?
Ficaram deliciosos...
... e entre manteiga e doce desapareceram num instante!
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E a festa continua!
Ontem foi a vez do mais novo fazer um ano.
É impressionante o que eles mudam em 12 meses... com o aniversário ganhou (entre outras coisas) um quarto novo, onde pode estar à vontade com os brinquedos próprios para a idade dele (leia-se "maiores do que moedas de 50 cêntimos") e longe das minúsculas boquilhas, parafusos e correntes giratórias dos Beyblades dos irmãos. Coincidência ou não, as noites até têm corrido melhor. Não sei se sou eu que não o oiço tão bem neste quarto ou se é ele que dorme melhor, mas seja como for não está mal!
E pronto, aos poucos o bebé da casa vai deixando de o ser.
Foto da esquerda by me, foto da direita by Bubble.
É impressionante o que eles mudam em 12 meses... com o aniversário ganhou (entre outras coisas) um quarto novo, onde pode estar à vontade com os brinquedos próprios para a idade dele (leia-se "maiores do que moedas de 50 cêntimos") e longe das minúsculas boquilhas, parafusos e correntes giratórias dos Beyblades dos irmãos. Coincidência ou não, as noites até têm corrido melhor. Não sei se sou eu que não o oiço tão bem neste quarto ou se é ele que dorme melhor, mas seja como for não está mal!
E pronto, aos poucos o bebé da casa vai deixando de o ser.
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31 de outubro de 2012
Um Natal mais tradicional
"Neste Natal, compremos os presentes a pequenas empresas e artesãos. (...) Façamos chegar o dinheiro às pessoas comuns e não às grandes multinacionais. Assim haverá mais gente a ter um Natal melhor."
É uma mensagem que circula no Facebook nos últimos dias. Não podia concordar mais com ela.
Em 2010 consegui produzir a maior parte dos presentes que ofereci no Natal, para além de ter feito os saquinhos de embrulho para tudo o que ofereci. Em 2011, por causa das reduções que já se faziam sentir, reduzimos muito a lista de pessoas a quem oferecemos presentes de Natal, e praticamente só a família directa e as crianças, para além de alguns amigos mais chegados, entraram nessa lista. Ainda assim, fizemos um miminho/brincadeira para quase toda a gente: um kit "A Vida é Fixe" que fotografei na altura mas nunca cheguei a partilhar convosco. Eu fiz as compotas de abóbora e frutos silvestres e escrevi a minha receita de scones, o J maquetizou as peças do kit e todos juntos fizemos a montagem dos kits para oferecer: uma compota, um saquinho de chá, uma receita de scones e dois guardanapos, tudo dentro de um saquinho decorado. Uma "Experiência Lanchinho" que oferecemos a uma data de gente.
Esta brincadeira fez sucesso!
Se no Natal passado a crise já se fazia sentir, este ano é uma realidade que está presente em cada passo que damos. Não sei como será o Natal, mas sei que será vivido neste espírito mais humano e menos consumista: vou privilegiar os presentes caseiros, feitos por mim ou comprados a pequenas empresas ou artesãos, e evitar a todo o custo as idas ao shopping só para gastar dinheiro em presentes desnecessários e com pouco significado. Tem sido assim nos últimos anos e continuará a ser, porque faz muito mais sentido. E espero conseguir incutir nos meus filhos este novo "espírito natalício", porque acredito que serão muito mais felizes com estes Natais...
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