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28 de agosto de 2013

Férias sem fim, ou regime de semi-férias?

Estamos de férias desde 1 de Agosto.

Que é como quem diz: os miúdos estão todos de férias desde 1 de Agosto (excepto o mais velho que está desde 15 de Junho), e não há como entreter 3 crianças dentro de casa durante um mês... vai daí que este ano inaugurámos uma nova modalidade de férias: eles estão de férias, nós vamos estando!


Uns dias no Algarve de férias a sério, com praia, família, piscina, carrinhos de choque à noite (a receber e-mail, mensagens e encomendas, a responder sempre que podia), seguidos de uns dias em Palmela com casa de campo e piscina, no mesmo regime. A seguir rumamos a Santarém, onde ficámos até ontem. Ficaram eles, porque eu vim a casa trabalhar uns dias em cada semana, para responder às encomendas que entretanto entraram. O pai também teve pelo meio uma semana de trabalho, em que veio a Lisboa todos os dias.


Neste período em Santarém tivemos o tal regime de semi-férias. Nos dias em que estávamos com eles estávamos a sério. Nos dias em que vínhamos trabalhar, trabalhávamos a sério. Mesmo! E, se querem que vos diga, para mim o sistema resultou! Bem melhor do que no ano passado, em que levei a tralha toda para Santarém e não consegui gozar a 100% os dias em que lá estive, porque fui perseguida pelo trabalho o tempo todo.

Agora voltamos a ir de férias na sexta e voltamos no fim de semana a seguir. Novamente férias a sério, com praia, piscina, amigos (e com as mensagens, emails e encomendas à mistura). Quando regressar, ponho mãos à obra e as encomendas que chegarem serão respondidas a tempo e horas.

Na verdade, parece que as férias não acabam, que andamos nisto há quase um mês e ainda temos vários dias pela frente. Porque quando descansamos, descansamos a sério. E aproveitamos os momentos com os miúdos, dormimos a sesta, torramos (protegidos) ao sol, mergulhamos com prazer e patuscamos à grande. E, nos dias em que temos de trabalhar, fazêmo-lo com prazer, afinco e vontade, porque a seguir voltamos para os dias de ócio, pasmaceira e dolce fare niente. E, ao mesmo tempo, começa a crescer em nós aquela vontade do regresso, de os mandar para a escola, de organizar tudo para a rentrée (e que grandes novidades aí vêm!!!!), de retomar a rotina de trabalho de que tanto gosto! Este ano digo, sem medos, venha Setembro, chegue o Outono, que estamos cá para o receber de braços abertos! Tem sido um Verão em cheio, a deitar por terra aquelas teorias que aterrorizaram o facebook há uns tempos: este iria ser o pior Verão dos últimos 200 anos! Lembram-se? hahahahaha!




17 de agosto de 2012

Coisas giras das férias: Miguel



O Miguel ainda não diz grande coisa... o "AAAAHHHHHHH" é o som que mais gosta de emitir, mas também gosta de gritos, guinchos, "PAPAPAPAPAPAPAPA", "ÛÛÛÛÛÛÛÛHHHHH"... ao princípio é giro, mas ele tem um vozeirão tal que acaba por cansar. O giro nele são as manifestações de alegria e excitação quando vê algo de que gosta: o mar, a frutinha, os iogurtes ou, simplesmente, eu, o pai, um dos irmãos, um dos avós, uma das babes do toldo à nossa frente. E quando falo em babes falo em babes todas jeitosas, de 17/18 anos, que se deleitavam com o meu filho mais novo, num apelo óbvio do instinto maternal que começa a despontar. De tal maneira que, certa tarde num dos últimos dias, me abordaram com um "Podemos brincar com o Miguel?" Ao que eu respondi "Claro que podem!" enquanto pensei "Mais valia terem-me pedido isso no início das férias, sempre eram umas babysitters de graça que eu tinha tido para poder desfrutar com mais tranquilidade de alguns momentos de mar, sol e leitura. Já agora, tenho ali mais dois, mais crescidos, se também quiserem brincar com eles." E, enquanto elas davam gritinhos de alegria de "Ai, que lindo!", "Olha-me estes olhos!", "Ai, que simpático, ri-se todo!", "Chama aí a Maria para o ver!", "Chama o Ricardo (namorado da Maria)!", "Ai, eu quero ter um assim, com estas cores...!", etc, etc, ele distribuía sorrisos, festinhas na cara e simpatia. O Zé, de 4 anos, estava sentado a cerca de meio metro, a observar (e a captar também alguma atenção) e o João, de 6 anos, observava ao longe com ar sério e compenetrado. No fim, já em casa, quando perguntámos ao João qual era a mais gira disse: "A Loira!". Enfim... homens!!!

De resto, o Miguel também fez sucesso no caminho casa-praia, praia-casa. E porquê? Porque, para além de ser um bebé bonito, ia pendurado em mim no sling. E as pessoas paravam, olhavam para trás, davam um toque com o braço ao marido/mulher/filha e faziam um aceno com a cabeça na minha direcção, diziam em voz alta "Olha aquele bebé tão giro, naquela coisa que parece um saco!" E ele lá ia, todo contente (virado para a frente, que isso de ir virado para mim não dá para ele), a distribuir os seus sorrisos e a sua simpatia.

15 de agosto de 2012

Balanço de férias - I

Quase duas semanas de praia... praia de manhã, almoço, sesta (para alguns), praia à tarde, banhos, jantar, cafézinho e caipirinha para uns, carrinhos de choque para outros. É uma rotina que não me cansa, a bem da verdade. Era capaz de me habituar a isto...


Como eu, o João, meu filho mais velho, era capaz de se habituar a viver na praia! O rapaz passou tanto tempo dentro de água, estivesse ela fria ou quente, com ondas ou mar chão, maré cheia ou maré vazia, que cheguei a ter medo que ficasse com infiltrações nos ossos ou que lhe crescessem barbatanas entre os dedos. Mas não, isso não aconteceu. De manhã, se não acordava por ele, bastava eu murmurar-lhe ao ouvido "vamos para a praia?" que em 5 minutos estava prontinho, pequeno almoço tomado, fato de banho vestido, à porta de casa. E o bronze? Mesmo com creme factor 50+ e vários "vai para a sombra, põe o boné!", o rapaz está com um bronze invejável. Nunca ficou nem um bocadinho vermelho, foi sempre carregando aquele tom castanho lindo.


O Zé já é outra história... acordá-lo de manhã era um castigo. Tínhamos literalmente que o levantar e pô-lo em pé porque ele dizia, dengoso: "esta cama é muito quentinha, eu não conxigo me levantar...". Com 4 anos e meio ia de carrinho para a praia (1km da porta de casa até ao nosso toldo) porque a meio caminho dizia que não conseguia andar mais... mas enfim, o carrinho até dava jeito para pendurar o sacão com as toalhas e tralhas todas. Chegava à praia e evitava ir à beira-mar com medo que o obrigássemos a tomar banho (não fazemos isso, claro!) e ao fim de menos de uma semana já dizia, enfadado: "mas quando é que vamos embora do Ógarve? Eu já estou farto!" Enfim... nos últimos dias o mar pôs-se quente e "chão", com ondas pequeninas que não rebentam, e o rapaz descobriu as delícias dos banhos prolongados, dos mergulhos, de boiar nas ondas ("com baxadeias"). Também ele está com um tom douradinho, menos bronzeado porque tem um fototipo mais claro, mas sempre muito protegido do sol.



O Miguel é outro patinho, como o João. Pelo menos nesta idade. Adorava estar sentadinho à beira-mar e quando as ondas teimavam em não chegar a ele punha-se a refilar e a chamá-las. Os outros faziam piscininhas para ele se molhar e ele delirava. Até dentro de água, ao colo, ria-se nervoso à medida que eu o ia molhando e, se nos primeiros dias se agarrava a mim de unhas cravadas, no fim já ficava só agarrado pelos braços a bater os pézinhos todo contente. O dormir é que foi um bocadinho dramático... as sestas eram uma questão de sorte, ou pegava a dormir 3 horas seguidas ou então nem pregava olho. À noite adormecia logo a seguir ao jantar, mas várias vezes acordava passado um bocado e era um vê se te avias para o pôr a dormir quando nos íamos deitar. Estranhou a cama, a casa, a rotina... andou de colo em colo porque "coitadinho, já está há tanto tempo no ovinho..." e não tinha grande alternativa porque não gatinha e se o sentamos no chão acaba por cair de cabeça, se o deitamos num tapete rebola até chegar onde não deve.




O regresso, que antecipámos dois dias por causa do trabalho, foi uma alegria para eles: voltar aos brinquedos deles, à caminha "super-confortável" (lá dormiam em colchões de espuma no chão), aos confortos da nossa casinha! Chegámos à noite e a carinha do João, quando se deitou na cama, dizia tudo: as férias foram boas, mas agora estou feliz! No dia a seguir, quando se levantou, chegou à cozinha e disse-me: "Ai, mãe... estou tão contente que nem sei com que brinquedo vou brincar primeiro!"

27 de julho de 2012

Cheia de trabalho...

... e a chocar uma jeitosa! Não vem mesmo nada a calhar. Na recta final antes das férias convinha-me estar a 100% para responder a todas as (tantas!!!!) encomendas que tive nos últimos dias. Mas acho que vou estar prái a 80%... Não se apoquentem, porém: a coisa está bem encaminhada e o que foi prometido é devido! Até dia 1 vai tudo para o correio!

Siga a marinha, vou daqui para os CTT expedir (mais) alguma mercadoria! Atchim!!!!


10 de julho de 2012

Aviso: Férias!!!

É verdade, todos nós temos direito a elas! Com ou sem subsídio, dentro ou fora do país, uns dias de descanso fazem bem a qualquer um. Como não sou diferente, também eu vou de férias. E comigo vai a família (claro) e a Maria Café! Não vamos para fora do país, que os tempos não estão para grandes gastos, mas vou estar longe da máquina de costura e dos tecidos do dia 1 ao dia 15 de Agosto.



Isto para vos dizer que, se tiverem encomendas para essa altura, o ideal é fazerem-nas o quanto antes para poderem ser entregues até dia 31 de Julho. Só consigo garantir a expedição antes de dia 1 de Agosto das encomendas feitas até 25 de Julho. Durante os 15 dias de férias a Maria Café vai continuar a responder a mensagens e a aceitar encomendas, mas elas só serão confeccionadas e expedidas a partir do dia 16, por ordem de entrada/pagamento.

Boas férias para todos!!!!
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