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21 de setembro de 2013

As novidades!

Já tenho vindo a avisar algumas clientes que têm vindo cá a casa, mas ainda não formalizei esta mudança. Como alguns sabem, a Maria Café começou em casa, num canto do sótão onde instalei uma mesa, uma máquina de costura e umas prateleiras com tecidos. Ao início era assim. Aos poucos as prateleirinhas com tecidos começaram a transformar-se em caixotes e mais caixotes, os retalhos começaram a multiplicar-se como coelhinhos, a mesa deixou de ser suficiente e a Maria Café foi ganhando terreno naquele que era o "quarto dos brinquedos" do meu marido. Mas trabalho é trabalho, e ele lá se foi encolhendo para um cantinho enquanto a Maria Café crescia. A situação inverteu-se, portanto. E o caos instalou-se, até que entre montes de tecidos, caixotes de retalhos, material amontoado, alfinetes espalhados no chão e cotão (muito cotão), começava a ser impossível manter a situação.



Andava há uns tempos a pensar em arranjar um espaço para montar o atelier, escritório e, já agora, um showroom com as peças que tenho em stock. Fora de casa, claro! Devolver à família o espaço que fui conquistando um bocadinho à força... E a oportunidade surgiu, um espaço que parece feito à medida para a Maria Café, com dois pisos do tamanho certo, uma localização excelente para mim (junto às escolas dos miúdos), uma zona calma e arejada. A decisão foi tomada bastante depressa, as formalidades demoraram uns dias e em dois meses (de férias dos miúdos, sublinhe-se) consegui instalar-me. Ou melhor, ainda vou a meio mas já trabalho no novo espaço. A parte do atelier está montada e a funcionar, a parte do showroom ainda vai levar uns dias. E o "quarto dos brinquedos" está a voltar ao que era. De debaixo do caos de tecidos, tesouras, alfinetes, botões e fechos surgiu uma mesa de snooker. Onde estava a minha mesa de trabalho agora está um vazio para ser ocupado como entendermos. Em breve as prateleiras com livros deixarão de ter os meus livros de costura e o único canto onde persistem retalhos em caixotes será esvaziado para o novo espaço (e para o lixo).

O sótão, antes do caos...

Eu ando atarefadíssima a organizar e arrumar tecidos e materiais, a pensar na melhor disposição para os móveis na zona de trabalho, a conceber o piso do showroom para poder ser polivalente e incluir também uma zona para workshops de costura criativa. E a fazer as encomendas que vão entrando e que, pontualmente, poderão sofrer algum atraso.

Deixo-vos um cheirinho do atelier, já em funcionamento. E uma foto do futuro showroom, que poderão visitar por combinação assim que estiver pronto! E agora vou ali carregar mais uns caixotes para o atelier e arrumar mais umas tralhas.

O atelier:

A parte de cima, onde vou montar o escritório e showroom:










28 de abril de 2013

Ajudar: Todos por Um (Porto) e 4D&Friends

Eu sei que já falei nisto. Várias vezes... e, felizmente e infelizmente, vou continuar a falar. Infelizmente porque, sempre que tiver de falar sobre isto, é porque alguém precisa de ajuda. E, a maior parte das vezes, é uma criança que precisa de ajuda. E é uma ajuda que não se resolve com um cheque, ou uma doação de brinquedos ou roupa ou comida... será porque uma pessoa, uma criança, precisa de um bem que não se arranja assim ao virar da esquina: saúde.

Felizmente vou continuar a falar disto porque, quando surge um caso destes (neste caso estou a falar do Rodrigo), há sempre uma grande mobilização das pessoas para ajudarem no que podem e conseguem. Organizam-se colheitas de sangue e de amostras para o banco de dadores de medula óssea e há uma grande divulgação dessas acções. Ainda há pouco tempo, quando o caso do Rodrigo começou a ser divulgado, houve uma dessas colheitas junto à escola do meu filho do meio. E na véspera dessa acção, apesar de toda a divulgação que a escola, a freguesia, as lojas locais, etc fizeram, ele, de 4 anos, veio com o recado: "A mãe amanhã tem de ir ali ao pé da minha escola e dizer para lhe tirarem um bocadinho de sangue para ajudar um menino que se chama Rodrigo." Bem que eu gostava de poder, mas enfim...

Mas por vezes a procura de um dador compatível não é suficiente nem ele é encontrado suficientemente depressa. E os tratamentos que normalmente se vão fazendo enquanto se espera pelo dador e pela hipótese de cura umas vezes funcionam, outras não. E é o que está a acontecer com o Rodrigo: os tratamentos disponíveis em Portugal não estão a funcionar, e enquanto se procura um dador compatível ninguém quer baixar os braços. E um grupo de bloggers juntou-se e organizou um evento para angariar fundos para que o Rodrigo possa ir ao estrangeiro em busca de alternativas. O evento, o Todos por Um, realizou-se em Lisboa no dia 20 de Abril e foi um sucesso! Foi uma venda de artigos doados por várias pessoas, crafters, empresas, etc (a Maria Café contribuiu com algumas peças), onde houve também uma unidade de colheita de sangue e inscrições de potenciais dadores e uma série de actividades para crianças e adultos.

E no dia 5 de Maio, de hoje a uma semana, o evento vai acontecer no Porto, nos mesmos moldes. Vou enviar novamente algumas peças, na esperança de poder ajudar um bocadinho. E vou torcer para que o problema do Rodrigo, e de todos os meninos e meninas como o Rodrigo que, infelizmente, vão ficando doentes e que precisam de transplante de medula e tratamentos caros, encontre uma solução bem depressa!


No dia 4 de Maio, em Coimbra, há uma Feirinha de pais & filhos, organizada pela blogger Sofia Arriaga do blog A vida a 4D (http://www.avidaa4d.blogspot.pt/). Este evento, o 4D & Friends, que tem um cariz solidário, reúne uma série de marcas de artigos e serviços para bebé, criança e adulto. A Maria Café vai lá estar a ensinar a usar o sling e a dar dicas e tirar dúvidas aos pais. A 4D&Friends juntou-se ao Instituto Português do Sangue e vai haver uma unidade de recolha de sangue e de inscrições de potenciais dadores de medula no evento. Boa!!!! Tudo aqui.



Só mais uma coisa... tenho sentido, em conversa com amigos e familiares, alguma falta de informação sobre o que é isso de ser potencial dador de medula e que riscos tem. Como eu própria não consegui explicar bem em que consiste o procedimento de recolha de medula (no caso de se ser compatível com alguém que precise), fiz alguma pesquisa e aqui vai:
- Para a inscrição no banco de potenciais dadores basta uma pequena amostra de sangue, como se tira para fazer análises. Nada mais simples, certo? Há algumas condicionantes para se poder ser dador mas toda a informação está aqui
- O procedimento de recolha de medula para transplante não tem riscos para o dador nem implica punções lombares ou outras operações do género. Transcrevendo o que está no link que dei acima:

Existem dois processos de colheita de células para transplantação de medula:
  • Colheita a partir da medula óssea - Células progenitoras colhidas do interior dos ossos pélvicos. Requer geralmente anestesia geral e uma breve hospitalização;
  • Colheita de células progenitoras periféricas - Colheita feita no sangue periférico, geralmente a partir de uma veia do braço, através de um processo chamado aférese, em que o dador tem de tomar previamente um medicamento que é um factor de crescimento que vai fazer aumentar a produção e circulação de células progenitoras no sangue periférico.

Portanto, se não está inscrito como potencial dador de medula, reúne as condições para o ser e é do norte ou centro, aproveite o fim de semana de 4 e 5 e inscreva-se. Se já está inscrito ou não reúne as condições, apareça, ajude, divulgue os eventos entre a família e os amigos. Se não é do norte ou centro, informe-se junto do Centro de Histocompatibilidade da sua zona sobre a melhor forma de se inscrever como dador.

Nota final: ainda me hão-de explicar porque é que não são elegíveis como dadores pessoas que tenham recebido transfusões de sangue ou derivados depois de 1980... Então vejamos:
- O sangue e derivados anteriores a 1980 eram garantidamente bons e testados? parece-me que não!
- O sangue e derivados posteriores a 1980 representam um maior risco do que os mesmos produtos anteriores a essa data? duvido!
- Quando é feita uma dádiva (de sangue ou medula), ela não é testada para doenças infecciosas e potenciais riscos para a saúde de quem vai recebê-la? espero bem que sim!
Deve haver uma razão, acredito que sim. Mas depois de ter recebido uma transfusão de plaquetas contactei o Instituto Português do Sangue no sentido de saber se podia continuar a dar sangue regularmente e se a minha inscrição como potencial dadora de medula ainda servia... responderam-me que não, porque a minha transfusão foi posterior a 1980 por isso o meu sangue e medula já não prestam. Sem qualquer justificação, nem estapafúrdia nem plausível. Não presta. Ponto! Se alguém me puder explicar, agradeço.

12 de abril de 2012

Maria Café alive in Carnaxide

Dia 2 de Maio às 10h30: Workshop da Maria Café sobre babywearing e a utlização do sling. 
Venha tirar todas as dúvidas e conhecer melhor esta forma de transportar o seu bebé. Para bebés até aos 2/3 anos.






Onde? No Gymboree de Carnaxide, na Av. Edmundo Lima Basto, nº 4A, em Carnaxide. 
Inscreva-se por e-mail: workshops@mariacafe.pt
As inscrições são limitadas!
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