No espaço de uma semana inaugurei o meu novo espaço e atingi 40.000 likes no Facebook. Se há 5 anos e meio, quando comecei a dar os primeiros pontos na Maria Café, me dissessem que ia chegar aqui eu dificilmente iria acreditar. Mas é mesmo verdade!
No fim de semana passado apresentei ao público o novo espaço onde trabalho e onde tenho as minhas coisinhas. Em breve faço um post sobre isso, com fotos e pormenores, mas posso dizer-vos que foi um orgulho enorme dar este passo - que já era urgente, tal era o caos no espaço (cada vez maior) que fui conquistando no sótão de casa.
E na madrugada de 4ª para 5ª feira ultrapassei os 40.000 likes na página do facebook... 40.000 pessoas gostam do que eu faço e vou mostrando naquele espaço, o que é algo que sai fora do sonho mais mirabolante que tinha quando iniciei este projecto. Não é que eu não acredite em mim, nada disso! Sou optimista por natureza, se ponho uma coisa na cabeça não descanso enquanto não a ponho em prática e adoro aquilo que faço. Mas a Maria Café sou só eu, a Inês... não há uma empresa por trás de mim a injectar capital (sou empresária em nome individual). Tenho algumas ajudas importantíssimas, é verdade - a minha cunhada e a minha mãe nas costuras, o meu marido na imagem e design de comunicação, os meus sobrinhos que vão organizar-me os retalhos... mas quem gere o site e a página de facebook, quem escolhe e cria as combinações de tecidos, quem procura e concebe novas peças, quem fotografa o que vai fazendo e trata as fotografias, quem escolhe os eventos e feiras em que a Maria Café participa e quem faz esses eventos (com ajuda sempre que possível), etc, etc... sou eu! E há 40.000 pessoas a gostar do que eu faço...
Só tenho uma palavra para cada um destes (agora) 40.392 seguidores: OBRIGADA!!!!
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21 de outubro de 2013
Estou fora de mim...
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19 de outubro de 2013
O novo elemento da equipe Maria Café
A minha equipe de costura ganhou recentemente um novo elemento. É verdade, sucumbi à Pfaff Passport 2.0 que tinha debaixo de olho e estou maravilhada.
Esta máquina é um complemento das duas Pfaff que já tinha: a Pfaff Select 3.0 e a Pfaff Creative 2.0. Vem cobrir algumas falhas da Select 3.0, que é mecânica e por isso menos confortável de usar, mas não a substitui. A verdade é que para costuras grossas, com muitas camadas, a Select é imbatível! E também vem ajudar-me nos workshops de costura que planeio começar muito em breve no atelier.
Surpreendentemente, há coisas em que a Passport se porta melhor até do que a Creative, que é totalmente electrónica e muito fiável. Por exemplo, a coser em tecidos laminados (plastificados)... Qualquer pessoa que já tenha costurado laminados na máquina passou pela experiência de o tecido colar no pé e na base, de os dentes não conseguirem puxar o tecido e de a costura ficar um desastre. É desesperante, mas há alguns truques para dar a volta à situação, como usar um pé especial para laminados, colocar creme ou óleo de máquina no pé e no prato, ou outros. No entanto, mesmo com estes truques, quando vou costurar laminados tenho de respirar fundo e quase beber um chá calmante: nunca é fácil, nunca sai bem à primeira, é uma tarefa no mínimo traiçoeira e tenho de estar muito concentrada e alerta.
E foi aqui que a Passport começou a surpreender-me: cose lindamente os laminados! É fantástica! Sempre que tenho de coser laminados, lá vou eu para a Passport e tudo corre sobre rodas. Tenho de estar atenta, ajudar e ir puxando cuidadosamente o tecido, é verdade... mas corre melhor do que nas outras!
Até agora, depois de um mês a usar a Pfaff Passport 2.0, estou extremamente satisfeita. Foi uma excelente aquisição para a equipa Maria Café, sem dúvida!
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21 de setembro de 2013
As novidades!
Já tenho vindo a avisar algumas clientes que têm vindo cá a casa, mas ainda não formalizei esta mudança. Como alguns sabem, a Maria Café começou em casa, num canto do sótão onde instalei uma mesa, uma máquina de costura e umas prateleiras com tecidos. Ao início era assim. Aos poucos as prateleirinhas com tecidos começaram a transformar-se em caixotes e mais caixotes, os retalhos começaram a multiplicar-se como coelhinhos, a mesa deixou de ser suficiente e a Maria Café foi ganhando terreno naquele que era o "quarto dos brinquedos" do meu marido. Mas trabalho é trabalho, e ele lá se foi encolhendo para um cantinho enquanto a Maria Café crescia. A situação inverteu-se, portanto. E o caos instalou-se, até que entre montes de tecidos, caixotes de retalhos, material amontoado, alfinetes espalhados no chão e cotão (muito cotão), começava a ser impossível manter a situação.
Andava há uns tempos a pensar em arranjar um espaço para montar o atelier, escritório e, já agora, um showroom com as peças que tenho em stock. Fora de casa, claro! Devolver à família o espaço que fui conquistando um bocadinho à força... E a oportunidade surgiu, um espaço que parece feito à medida para a Maria Café, com dois pisos do tamanho certo, uma localização excelente para mim (junto às escolas dos miúdos), uma zona calma e arejada. A decisão foi tomada bastante depressa, as formalidades demoraram uns dias e em dois meses (de férias dos miúdos, sublinhe-se) consegui instalar-me. Ou melhor, ainda vou a meio mas já trabalho no novo espaço. A parte do atelier está montada e a funcionar, a parte do showroom ainda vai levar uns dias. E o "quarto dos brinquedos" está a voltar ao que era. De debaixo do caos de tecidos, tesouras, alfinetes, botões e fechos surgiu uma mesa de snooker. Onde estava a minha mesa de trabalho agora está um vazio para ser ocupado como entendermos. Em breve as prateleiras com livros deixarão de ter os meus livros de costura e o único canto onde persistem retalhos em caixotes será esvaziado para o novo espaço (e para o lixo).
Eu ando atarefadíssima a organizar e arrumar tecidos e materiais, a pensar na melhor disposição para os móveis na zona de trabalho, a conceber o piso do showroom para poder ser polivalente e incluir também uma zona para workshops de costura criativa. E a fazer as encomendas que vão entrando e que, pontualmente, poderão sofrer algum atraso.
Deixo-vos um cheirinho do atelier, já em funcionamento. E uma foto do futuro showroom, que poderão visitar por combinação assim que estiver pronto! E agora vou ali carregar mais uns caixotes para o atelier e arrumar mais umas tralhas.
Andava há uns tempos a pensar em arranjar um espaço para montar o atelier, escritório e, já agora, um showroom com as peças que tenho em stock. Fora de casa, claro! Devolver à família o espaço que fui conquistando um bocadinho à força... E a oportunidade surgiu, um espaço que parece feito à medida para a Maria Café, com dois pisos do tamanho certo, uma localização excelente para mim (junto às escolas dos miúdos), uma zona calma e arejada. A decisão foi tomada bastante depressa, as formalidades demoraram uns dias e em dois meses (de férias dos miúdos, sublinhe-se) consegui instalar-me. Ou melhor, ainda vou a meio mas já trabalho no novo espaço. A parte do atelier está montada e a funcionar, a parte do showroom ainda vai levar uns dias. E o "quarto dos brinquedos" está a voltar ao que era. De debaixo do caos de tecidos, tesouras, alfinetes, botões e fechos surgiu uma mesa de snooker. Onde estava a minha mesa de trabalho agora está um vazio para ser ocupado como entendermos. Em breve as prateleiras com livros deixarão de ter os meus livros de costura e o único canto onde persistem retalhos em caixotes será esvaziado para o novo espaço (e para o lixo).
O sótão, antes do caos...
Eu ando atarefadíssima a organizar e arrumar tecidos e materiais, a pensar na melhor disposição para os móveis na zona de trabalho, a conceber o piso do showroom para poder ser polivalente e incluir também uma zona para workshops de costura criativa. E a fazer as encomendas que vão entrando e que, pontualmente, poderão sofrer algum atraso.
Deixo-vos um cheirinho do atelier, já em funcionamento. E uma foto do futuro showroom, que poderão visitar por combinação assim que estiver pronto! E agora vou ali carregar mais uns caixotes para o atelier e arrumar mais umas tralhas.
O atelier:
A parte de cima, onde vou montar o escritório e showroom:
5 de agosto de 2011
Estaminé de Verão
Está-se muito bem no campo, mesmo a trabalhar...
Durante este mês, por causa das férias dos miúdos e para não ter de os manter fechados em casa, mudei-me para aqui... monto o atelier na rua e vou fazendo frente às encomendas ao mesmo tempo que as crianças vão brincando ao ar livre. Escusado será dizer que tive de trazer um carregamento de material para Santarém, para além da máquina de costura e do meu querido ferro de engomar, mas vale a pena ver como eles estão felizes à solta e o trabalho até corre com mais tranquilidade!
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6 de fevereiro de 2010
As minhas máquinas de Costura
Não vos contei, mas tive de "despedir" a Bernette. É sem dúvida uma boa máquina, especialmente para o preço, faz tudo e mais alguma coisa, é electrónica, tem muitas luzes... só lhe falta tirar cafés. Mas realmente, para o tipo de costura que eu faço, por vezes sobre várias camadas de tecido e eventualmente de entretelas e enchimentos, não dava conta do recado. Encravava, apitava, fazia uns barulhos estranhos e não saía dali. Quando encravava por estar a coser por cima de muito tecido tinha de a desligar, tirar o trabalho da máquina, desfazer se necessário e tentar novamente. O facto de ser electrónica não ajudava nada, porque era tipo computador: queres sair desta, então desliga e volta a ligar.
Na realidade, a Bernette é uma sub-marca da Bernina, marca sueca de renome na área de equipamentos para costura. No entanto, é uma sub-marca muito mais barata que a Bernina e produzida na China. Devo dizer que me deixei deslumbrar pelas luzes e pelas características da máquina e não vi a óbvia falta de qualidade da montagem e dos plásticos. E, ingenuamente, achei que pelo preço que paguei estava a comprar uma máquina capaz de coser sem problemas umas bainhas de ganga, por ex.
Resolvi trocá-la, ainda no período de experiência, por uma máquina mecânica. E, já agora, por uma marca também de renome mas de nacionaldade alemã. Comprei uma PFAFF Select 3.0. É o oposto da Bernette, o que tem de sólido falta-lhe em luzinhas a piscar. Tem uns botões enormes para seleccionar os pontos, cose, supostamente, por cima de 12 camadas de ganga e tem um sistema exclusivo da PFAFF, o IDT, que puxa simultaneamente o tecido de cima e o de baixo a imitar o trabalho do famoso "walking foot" usado correntemente em quilting. O IDT consiste num acessório com "dentes" por trás do pé calcador, que se pode colocar em uso ou não, e que vai agarrando e levando o tecido ao mesmo tempo que os dentes da base da máquina fazem o mesmo ao tecido de baixo.
Não vou dizer que a PFAFF cose tudo sem dificuldade, há alguns trabalhos em que precisa de uma mãozinha minha, bem devagarinho e a ajudar com o volante, para passar. Mas passa...! E não faz barulhos estranhos. E faz, de facto, o que eu quero que faça.
De modo que tenho a minha PFAFF há duas semanas, já coseu bastante e bem, e eu estou satisfeita da vida!
Na realidade, a Bernette é uma sub-marca da Bernina, marca sueca de renome na área de equipamentos para costura. No entanto, é uma sub-marca muito mais barata que a Bernina e produzida na China. Devo dizer que me deixei deslumbrar pelas luzes e pelas características da máquina e não vi a óbvia falta de qualidade da montagem e dos plásticos. E, ingenuamente, achei que pelo preço que paguei estava a comprar uma máquina capaz de coser sem problemas umas bainhas de ganga, por ex.
Resolvi trocá-la, ainda no período de experiência, por uma máquina mecânica. E, já agora, por uma marca também de renome mas de nacionaldade alemã. Comprei uma PFAFF Select 3.0. É o oposto da Bernette, o que tem de sólido falta-lhe em luzinhas a piscar. Tem uns botões enormes para seleccionar os pontos, cose, supostamente, por cima de 12 camadas de ganga e tem um sistema exclusivo da PFAFF, o IDT, que puxa simultaneamente o tecido de cima e o de baixo a imitar o trabalho do famoso "walking foot" usado correntemente em quilting. O IDT consiste num acessório com "dentes" por trás do pé calcador, que se pode colocar em uso ou não, e que vai agarrando e levando o tecido ao mesmo tempo que os dentes da base da máquina fazem o mesmo ao tecido de baixo.
Não vou dizer que a PFAFF cose tudo sem dificuldade, há alguns trabalhos em que precisa de uma mãozinha minha, bem devagarinho e a ajudar com o volante, para passar. Mas passa...! E não faz barulhos estranhos. E faz, de facto, o que eu quero que faça.
De modo que tenho a minha PFAFF há duas semanas, já coseu bastante e bem, e eu estou satisfeita da vida!
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8 de janeiro de 2010
AS FOTOS...
Como prometido, as fotos da minha "Bernardette" e da sua nova habitação. Não tenho fotos do "antes" porque o caos não era fotografável. Estas fotos do "depois" não são as melhores, mas foi o melhor que consegui à noite.
O meu vício: livros de costura. Podia ser pior...
A minha Bernardette, uma máquina que é uma Máquina.
Os acessórios, saco para lixo, balde de retalhos, tudo à mão, pendurado na prateleira para não ocupar espaço na mesa. Ideia do maridinho...
As prateleiras, repletas de tecidos, ferramentas, livos, etc. Nem vos mostro como estava antes...
A minha colecçãozinha de tecidos americanos. Não imaginam o que me custa cortar estes tecidos, mas já evoluí bastante. Ofereci dois presentes feitos com estes tecidos às afilhadas (nem os fotografei, que pena). Aqui estão arrumados e protegidos do pó, mas sempre à vista. Uma excelente ideia da Rita.
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